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Reforma deve beneficiar a economia

Previdência repercute nas contas públicas e no desempenho econômico do país

EDITORIAL - 12/02/2019

O governo federal empossado em janeiro, pretende realizar neste primeiro semestre a votação da reforma da previdência na Câmara dos Deputados. "Em 2018, o déficit da Previdência bateu recorde e alcançou R$ 290 bilhões, segundo números do governo", informou o portal G1, em reportagem publicada no último dia 5.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, entende que o atual sistema previdenciário brasileiro estimula a desigualdade. Conforme o ministro, a maioria da população pobre se aposenta por idade, aos 65 anos, com benefícios menores, em geral um salário mínimo. Guedes sustenta que os mais ricos se aposentam mais cedo e ganham muito mais.

Diante desse cenário, a questão da previdência possui pelo menos dois aspectos extremamente delicados: o déficit, que é altíssimo e compromete as contas do governo, e a desigualdade, na qual os pobres saem mais prejudicados. As contas públicas são essenciais para garantir o crescimento econômico. Se elas têm um mau desempenho, a tendência é que a economia como um todo saia prejudicada, porque o governo perde a capacidade para investir em infraestrutura. A grave crise econômica brasileira, iniciada em 2014, foi causada em grande parte pela administração péssima nas contas públicas.

Não reformar a previdência, pelo que indicam vários especialistas na área econômica, entre eles o ministro Paulo Guedes, significa impedir uma melhor administração das contas públicas. Guedes, por exemplo, chegou a projetar uma economia de R$ 1 trilhão em dez anos com a reforma. Imaginem o quanto isso poderia repercutir no crescimento econômico do Brasil.