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A complexidade da reforma

É preciso pensar nas consequências da reforma da Previdência para a classe média e os mais pobres

EDITORIAL - 15/02/2019

A questão da Previdência é muito complexa no Brasil. É praticamente inevitável fazer uma reforma, que poderá sair do forno neste primeiro semestre de 2019. Por que fazer a reforma? O déficit previdenciário é altíssimo e pode jogar o país em uma crise econômica mais grave do que a intempérie financeira iniciada em 2014. O custo seria muito alto: queda do Produto Interno Bruto (PIB) e uma situação de desemprego ainda maior.

Mas o assunto não se resume às contas públicas e a uma possível nova crise econômica, tal a complexidade do que está em discussão. É relevante destacar que a Previdência transfere renda para a população, e é preciso pensar, em especial, nos prejuízos que a classe média e os mais pobres poderão sofrer com a reforma. Segundo o governo federal, um dos objetivos da reforma é beneficiar os mais pobres. Tomara que assim seja realmente, pois desta forma estaríamos unindo dois pontos positivos: 1) A reforma evitaria uma crise econômica das mais retumbantes; 2) Os pobres seriam beneficiados em termos previdenciários.

O governo federal precisa esclarecer a reforma da Previdência para a população, para sabermos se, de fato, estamos caindo ou não em uma armadilha. O que, aparentemente, é inegável está na necessidade de fazer a reforma. A expectativa de vida da população brasileira é cada vez maior, e este fator influencia muito no déficit previdenciário.

Tomara que, com o esclarecimento da reforma para a população, consigamos chegar ao melhor resultado possível: uma reforma que traga maior justiça social, evitando uma intempérie financeira histórica. Pois, se uma crise gravíssima for evitada, o mercado estará em melhores condições de gerar empregos. Trabalho e renda representam mais justiça social.