Edição do dia 12/11/2019

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Moralismo x prioridades

É preciso tomar cuidado para que as prioridades da população não sejam deixadas em segundo plano

EDITORIAL - 12/03/2019

O Brasil é uma nação repleta de questões difíceis, críticas. Fortes carências na educação, saúde, segurança, economia, a nossa eterna crise ética, enfim... Não faltam problemas. Curiosamente, nos últimos anos houve um crescimento significativo do moralismo, e parece que isto se sobrepõe às soluções que precisam ser discutidas para o país. Parece que há necessidade, por parte de uma parcela da população (e dos políticos), no sentido de apontar aquilo que fere o “conservadorismo de costumes”. E assim, questões muito mais críticas, como a desigualdade social, são retiradas do foco.

Do que precisamos, afinal? De um moralismo “a la anos 50” ou de discutir as soluções que possam melhorar a vida da população? Existe algum projeto para revolucionar a área educacional, e assim permitir uma melhoria na qualidade de vida dos brasileiros?

Claro que o ser humano precisa se guiar por normas éticas e morais, isto é realmente necessário. Mas o moralismo exagerado pode ser prejudicial, especialmente quando possui o intuito de coibir avanços que são naturais dentro da sociedade. Por exemplo, qual o problema de uma mulher que busca sua liberdade sexual e independência? Enquanto se trava uma luta para coibir avanços naturais, acabamos nos desviando das grandes prioridades da população, que precisam ser melhor observadas.

E, se as grandes prioridades não forem colocadas em foco, como ficaremos? O Brasil continuará sendo uma nação repleta de carências. Portanto, o país precisa buscar um rumo que estabeleça um enfrentamento dos problemas nacionais, em detrimento de um moralismo que pouco tem a acrescentar.