Edição do dia 19/06/2019

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OPINIÃO - 30/04/2019

Da tua costela eu vim, do meu útero virá

 A mulher que te gerou, a mulher que te criou, a mulher que te vigiou todas as noites com o olhar atento. Quem chorou algumas noites por você, agoniada com tua saída, esperando tua chegada. A mulher que te ama, quantas cópias dela existem?! Quantas mulheres já conheceste? Da embriaguez ao ódio, não há desculpa, não existe explicação para a morte de uma mulher a cada duas horas.
 Alguns especialistas argumentam que o fato de vermos poucas mulheres em cargos de liderança, reforça essa imagem aos olhos de alguns homens, de que, a mulher não é capaz de assumir cargos importantes ou exercer atividades relevantes na sociedade. 
 Quando uma criança, mais especificamente um menino, convive em um ambiente onde a mãe é submissa ao pai ou companheiro, logo existe grandes possibilidades do garoto crescer achando que todas as mulheres devem servir a ele. O fato de conscientizar, educar, demonstrar, desde a infância, que homens e mulheres têm os mesmos direitos e deveres, diminuiria consideravelmente muitos casos de feminicídio.
 O feminicídio não tem como única etapa a morte. Começa com xingamentos, depois um tapa, logo proíbe de sair, usar determinadas roupas...
A mulher precisa denunciar, para que não ocorra a última etapa: a morte. Embora muitas vezes mesmo que a mulher tenha acionado à medida protetiva, o homem continua perseguindo-a de varias formas. 
 O feminicídio é um crime considerado de gênero, é movido pelo machismo, ou pelo sentimento de pose na relação marido/mulher. Devemos nos unir, homens e mulheres. Pessoas têm diferenças, mas direitos iguais. Eva nasce da costela de Adão, para que o mesmo à aconchegasse embaixo de seus braços e a protegesse, e não para criar sentimento de posse sob a mesma. Dizer não a violência contra a mulher, e dizer sim à vida! Você foi gerado por uma mulher! Lembre-se sempre disso!

*Luana Nunes Pereira, estudante da Escola Estadual Ensino Médio Santa Cruz.

Cyberbullying, um ato reversível

 “Jovem comete suicídio após sofrer bullying”, “jovem é ameaçado de morte nas redes sociais”, “tenho medo de ir à escola, disse um adolescente”, “menino é agredido na escola por usar óculos”, “menina tenta cometer suicídio após ser exposta e insultada nas redes sociais”. Isso são apenas exemplos de jornais que são lançados todos os dias no mundo inteiro. Agora pergunta, por que em pleno século XXI acabamos tornando o bullying e o cyberbullying tão normal de se acontecer? Por que deixamos isso acontecer com a vida alheia?
 As pessoas que não estão vendo o bullying ser feito seja ao vivo ou nas redes sociais estão parcialmente cegos, pois sempre acham que é “só uma brincadeira”. Bullying não é brincadeira. Bullying leva pessoas a morte. As pessoas ao redor apenas enxergam quando alguma tragédia acontece, percebem que isso vá longe de mais. Em certas exceções quando as pessoas sabem que o bullying está sendo feito, se divertem com a situação.
 Nas redes sociais cyberbullying tem o mesmo efeito que ele sendo feito na frente de seus olhos. Você fica olhando para uma tela e fica desnorteado, pensando em como o ser humano pode ser tão repugnante e violento. Ofensas, xingamentos, boatos espalhados é apenas um pouco do que esses jovens passam.
 Aos leitores desse texto, gostaria de passa a seguinte mensagem: bullying não é brincadeira. Bullying mata. Não é exagero, nem drama. Bullying existe e é preciso ser falado sobre. Então se você identificar um caso de bullying, por favor salve a vida de alguém.

*Luiza Pereira Siqueira, estudante da Escola José Mânica