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Renda e emprego: questão grave

EDITORIAL - 10/05/2019

A eleição e a posse do presidente Jair Bolsonaro, geraram grande expectativa entre seus partidários. Muitas destas pessoas demonstram um orgulho gigantesco nas redes sociais, em torno do presidente. Acreditam em Bolsonaro, confiam que ele apagará erros do passado recente. É bem verdade que a popularidade de Bolsonaro caiu recentemente, em abril. Conforme pesquisa do Ibope, 49% dos entrevistados qualificaram o presidente como “bom” e “ótimo” no início do governo; em abril, a avaliação positiva caiu para 35%.

O país passa por uma crise econômica muito significativa, e o desemprego abala principalmente os mais pobres, que perderam confiança em torno de Bolsonaro. Há um certo imediatismo na redução da avaliação positiva, pois em quatro meses o governo não poderia reverter a crise e o desemprego. Mas o recado está dado pelos mais pobres. Afinal, se não há crescimento na geração de trabalho e renda, quem é atingido por essa realidade tem direito de cobrar, pelo menos visando um futuro próximo. Quem não tem renda, não pode esperar muito, pois as urgências financeiras são críticas para estas pessoas.

Evidente que Bolsonaro tem um público fiel, concentrado nas classes mais privilegiadas. Mas é inegável que o presidente possui um desafio: atender às demandas de diferentes setores da população, e sobretudo, combater o desemprego, uma das questões mais graves do país. O orgulho dos ‘bolsonaristas’ passa por uma perspectiva de tornar o país mais forte e dinâmico economicamente. Mas, para isso acontecer, é preciso que, no fim das contas, haja um resultado na geração de empregos.