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Desemprego: soluções em vista?

EDITORIAL - 24/05/2019

O jornal ‘Folha de S. Paulo’ publicou em 11 de maio, a seguinte manchete: “Reforma trabalhista não cria novas vagas e defensores culpam crise”. Em texto publicado no portal ‘Carta Maior’ e em seu blog, Jorge Luiz Souto Maior recorda: “Antes (os defensores da reforma trabalhista) diziam que a crise econômica era provocada pela legislação trabalhista que, atrasada, gerava insegurança jurídica e não estimulava contratações”. Souto Maior é professor livre-docente de Direito do Trabalho da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

A reforma trabalhista foi realizada ainda no governo de Michel Temer. No parecer final do relator dessa reforma, dizia o seguinte: “Temos, assim, plena convicção de que essa reforma contribuirá para gerar mais empregos formais e para movimentar a economia, sem comprometer os direitos tão duramente alcançados pela classe trabalhadora”.

Voltando a Souto Maior, ele escreveu o seguinte, demonstrando que a argumentação sobre a reforma trabalhista foi alterada: “Enfim, a crise econômica foi utilizada como justificativa para a aprovação de uma ‘reforma’ que, segundo se dizia, eliminaria a crise e, agora, a crise constitui o motivo pelo qual a ‘reforma’ não acabou com a crise. Vai entender...”

Diante desse quadro, podemos questionar: a reforma da Previdência, que ainda está em gestação, vai trazer as soluções esperadas? Se a reforma trabalhista ia combater o desemprego, será que a reforma da Previdência conseguirá realizar esse papel? É inevitável fazer essas perguntas quando o cenário é este que se apresenta atualmente no Brasil. São mais de 13 milhões de desempregados. As medidas colocadas em prática não foram suficientes. A reforma prevista vai trazer as soluções?