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Duvidosa mudança para o liberalismo

EDITORIAL - 31/05/2019

A reforma da Previdência promete criar um novo cenário econômico no Brasil. A reforma trabalhista tentou algo semelhante, com o objetivo de gerar empregos, e não conseguiu. Por que acreditar que uma reformulação na Previdência poderia fazer o que a reforma anterior não conseguiu? É importante deixar claro que o sistema previdenciário brasileiro é altamente deficitário, e portanto, uma reforma é necessária. A proposta do governo é um tanto dura demais. E a questão do emprego, como ficaria? Pessoas que se colocam como críticas da reforma, entendem que estabelecer a idade mínima para aposentadoria, pode limitar ainda mais o número de empregos. Pois se os brasileiros trabalhassem por um maior período de anos, isso acabaria diminuindo a oferta de trabalho.

Por exemplo, alguém pode dizer o seguinte: “Se eu tiver que trabalhar até os 65 anos, vou ter que manter uma vaga de trabalho que poderia ser ocupada por alguém mais jovem, caso eu me aposentasse antes dos 65 anos”. É um raciocínio lógico, e poderia ser considerado um tanto simplório sob uma primeira análise. O problema é que a reforma trabalhista não trouxe ganhos no quesito emprego e, por isso, é natural que se tenha “um pé atrás” em relação aos efeitos da reforma da Previdência. Sabemos, afinal, que o Brasil é um país sem o mesmo dinamismo econômico dos Estados Unidos, por exemplo. Entende-se que o atual governo quer desenvolver um modelo econômico semelhante ao norte-americano, de caráter liberal, mas não sabemos se estamos preparados para isso. Não é questão de simplesmente abominar o liberalismo, mas de tentar entender se estamos em condições de transferir nosso modelo econômico, da social democracia para o liberalismo típico dos Estados Unidos. É uma situação que merece ser refletida.