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Importância da Educação Bilíngue na Infância

EMPRESARIAL - 07/06/2019

Aulas de imersão no programa International Preschool com professores nativos na escola Schütz & KanomataAulas de imersão no programa International Preschool com professores nativos na escola Schütz & Kanomata Crédito: Divulgação/Schutz e Kanomata

Esta cada vez mais clara a importância de ser fluente em inglês. Compreendemos que falar outro idioma abre portas para melhores oportunidades.
Devido à crescente demanda, surgem muitas escolas oferecendo educação bilíngue por todos os lados. Nesta onda de se tornar bilíngue, precisamos estar atentos à qualidade e eficácia dos métodos oferecidos. Antes de investir tempo e dinheiro em uma habilidade tão importante para o futuro, vale a pena se informar e considerar alguns aspectos fundamentais para o aprendizado de um segundo idioma:

Vamos lembrar como nos aprendemos a nossa língua materna.

Quando observamos o desenvolvimento da língua materna em uma criança, percebemos que, dentro de um ambiente de imersão no idioma falado, leva em torno de 1 ano até escutarmos as primeiras palavras. Aos poucos novos vocábulos são assimilados e em torno dos 2 anos a criança já é capaz de formar frases e se expressar com mais clareza. Somente aos 7 anos, quando a criança tem um melhor domínio no idioma falado, a leitura e a escrita são introduzidas. Portanto, a ordem natural de aprendizagem da língua mãe segue a ordem: escutar > falar > ler > escrever.

Quando aprender?

Pesquisas demonstram que dos 2 aos 5 anos de idade, a criança possui grande capacidade de aprender e se adaptar devido à intensa neuroplasticidade do cérebro. Significa que o cérebro da criança esta em desenvolvimento e tem uma atividade sináptica mais intensa que a dos adultos e por este motivo consegue absorver até 5x mais informações.
Um exemplo é a memória auditiva e capacidade fonoaudióloga. A criança nesta faixa é capaz de relacionar palavras aos objetos com muito mais rapidez que um adulto, além de reproduzir os sons de qualquer idioma que escuta com a mesma exatidão de como recebeu. 
Levando isto em consideração, vale a pena esperar o tempo passar? Por que não aproveitar esta janela de oportunidade e aprender o idioma inglês exatamente como se é falado no exterior, sem sotaque? O investimento nesta faixa não compensaria com vantagem os investimentos no futuro?

Como escolher uma escola?

• Qualificação dos professores (grau de proficiência na língua): Este é o requisito mais importante, especialmente no que se refere à pronúncia e competência cultural. Existe uma crença geral no Brasil de que pronúncia não é importante. Considerando-se, entretanto, que só na infância ainda mantemos a capacidade de assimilar a matriz fonológica de línguas estrangeiras sem desvios, seria um erro expor a criança a um modelo de pronúncia com desvios. Seria como colocar a gema bruta nas mãos de um lapidador aprendiz.
Ocorre um segundo problema quando o professor não é um autêntico representante da língua e da cultura estrangeira. Crianças, ao perceberem que o professor fala português, dificilmente se submeterão à difícil e frustrante artificialidade de usar um meio de comunicação estranho com um conterrâneo.
• Carga horária de contato com a língua: Escolas internacionais oferecem aproximadamente 50% das disciplinas ensinadas exclusivamente em inglês, por nativos. Com 25 a 30 horas/aulas por semana, o aluno tem aproximadamente 14 horas de inglês. Se isso serve como parâmetro, pode-se deduzir que um programa de educação infantil bilíngue eficaz deve oferecer, no mínimo, de 8 a 10 horas por semana de imersão. 
• Número de alunos por grupo: A experiência demonstra ser muito difícil criar e manter um ambiente onde o inglês predomina com mais de 5 ou 6 crianças no grupo. A não ser que todos já tenham um bom domínio da língua (o que raramente ocorre), conversa paralela em português acaba anulando os esforços do professor, se o grupo for maior.