Edição do dia 12/11/2019

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Austeridade? Até certo ponto

EDITORIAL - 11/06/2019

Vivemos uma fase, no Brasil e em outros lugares do mundo, caracterizada por políticas de direita. Um dos aspectos dessas políticas é a austeridade nas contas públicas. É preciso, claro, que o Estado tenha cuidado em suas contas, para evitar crises econômicas que afetam diversas áreas essenciais para a sociedade. Mas excesso de austeridade também pode provocar uma crise, como é o caso do Reino Unido, nação formada pela Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales.

A austeridade, muitas vezes, leva à redução no investimento em programas sociais. Conforme o especialista das Nações Unidas sobre pobreza e direitos humanos, Philip Alston, políticas do governo britânico deixaram muita gente em uma condição difícil de sobrevivência. O Reino Unido conta, atualmente, com “14 milhões de pessoas vivendo na pobreza, níveis recordes de fome e de pessoas sem teto, queda da expectativa de vida para alguns grupos, cada vez menos serviços comunitários e policiamento reduzido, enquanto o acesso de grupos de baixa renda a tribunais caiu dramaticamente por conta de cortes em assistências legais”.

Segundo Alston, o governo britânico adotou o mantra “trabalho, não benefícios sociais”. No Brasil, desde que a social democracia foi adotada em 1985, houve forte investimento em programas sociais, o que ajudou a diminuir os níveis mais graves de pobreza. Agora temos um governo de direita que mira para o liberalismo e está procurando diminuir o investimento/gasto público. Os cortes/contingenciamentos são necessários em alguns casos, mas isso deve ter um limite, para não prejudicar o investimento social, e assim, evitar que o país amplie seus níveis de pobreza extrema.