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Mourão: 'o Brasil precisa mudar'

Vice-presidente da República esteve em Santa Cruz do Sul nesta terça-feira

POLÍTICA - 06/08/2019


Viviane Scherer Fetzer
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Em palestra-almoço, vice-presidente apresentou os desafios do atual governo brasileiroEm palestra-almoço, vice-presidente apresentou os desafios do atual governo brasileiro Crédito: Viviane Fetzer


Foi com esta frase que o vice-presidente da República do Brasil, Antonio Hamilton Martins Mourão, iniciou sua palestra-almoço para o Projeto Gerir – Workshops de Gestão Organizacional, iniciativa da Gazeta Grupo de Comunicações que aconteceu no Hotel Águas Claras Higienópolis, nesta terça-feira, 6 de agosto. Segundo ele, “o Brasil precisa mudar e temos um duplo desafio para isso, que será resgatar o país da recessão econômica e entender a nova realidade global”. 
Ao traçar um panorama geral sobre o mundo garantiu que a democracia liberal está em crise e que a solução não chegará da noite para o dia, “o problema tem que ser solucionado por nós e é por meio da própria democracia liberal que vamos solucionar. Os líderes estão aí cada vez mais buscando seus objetivos e, nós também estamos buscando os nossos”, garantiu o vice-presidente. Ainda sobre o assunto, o vice-presidente afirmou que é preciso superar ameaças transnacionais como o terrorismo, o crime organizado, o esgotamento de fontes de energia, entre outros. 
O mundo, conforme a apresentação passa por uma mutação porque como vem de um longo ciclo de endividamento global, surge um mundo mais propenso a críticas e a crises políticas. “Estamos vivendo uma transição do modelo político-econômico do Pós-Guerra para outro ainda desconhecido e que pode levar décadas até ser atingido. O modelo que estamos vivendo, vai passar”, explicou Mourão. Explanando de forma rápida a questão da América do Sul, o vice-presidente deixou claro que “a droga é o pior flagelo dos últimos anos e está na nossa fronteira terrestre que é de 15.700 km com 10 países, tem que haver um trabalho grande nosso e dos vizinhos para que essa fronteira seja efetivamente controlada”. Não deixou de falar dos venezuelanos que chegam a mais quatro milhões espalhados pela América do Sul, pelos Estados Unidos e Europa.

 

Brasil
 

O vice-presidente explicou que ninguém tem dúvida do grande porte do país, mas sim da dificuldade que é transformar ele em uma potência. Citou as favelas em que o Estado não chega, mas o traficante paga tudo e comanda até o ir e vir das pessoas, “se não buscarmos a solução para esse problema social, será um eterno enxugar de gelo na luta contra o crime organizado. Nós, como governo temos que entender isso em todos os níveis”. 
A crise, segundo Mourão, não é só do Brasil, “é uma crise psicossocial centrada nessa instabilidade mundial que afeta também a juventude, que muda a sociedade em seu modo de se relacionar e, essa mudança está afetando”. Já em relação à crise política, ele aponta como um grande problema a fragmentação partidária do país, tendo 26 partidos dentro da Câmara dos Deputados. “Precisamos fortalecer o sistema partidário, o partido tem que representar efetivamente o pensamento de parcela da população, se isso não mudar será um eterno problema para qualquer governante, mas o que é preciso deixar claro é que o Congresso nunca foi tão livre para produzir aquilo que é de interesse da nação como hoje”. 
“O êxito internacional precisa ser conquistado também aqui dentro do Brasil. Precisamos recolocar o país no caminho do desenvolvimento. E isso vai ser em torno da própria democracia que é um objetivo nacional permanente”, explicou Mourão. A crise econômica também foi apresentada e segundo o vice-presidente, a busca incessante é por recolocar o Brasil nos trilhos, reestabelecendo a confiança no país e nas instituições tendo a retomada no crescimento e a segurança pública como prioridades. 

 

Mais informações na edição de sexta-feira, 9 de agosto.