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Saneamento: gravidade evidente

EDITORIAL - 13/09/2019

Uma das grandes carências da população brasileira está no saneamento básico. Estudo divulgado pelo Instituto Trata Brasil em julho deste ano, aponta que o país tem quase 35 milhões de pessoas sem acesso à água tratada. Outro dado alarmante: 100 milhões de brasileiros (47,6% da população) não possuem acesso à coleta de esgotos. E, reforçando a gravíssima situação do saneamento nacional, apenas 46% dos esgotos gerados no país são tratados.

As informações acima foram divulgadas pelo G1: o portal de notícias destaca que a situação "significa poluição e doenças ininterruptas em todo o país". O título da reportagem, divulgada no dia 5 de setembro, é preocupante: "Orçamento do governo federal prevê queda de 21% nos recursos para saneamento básico em 2020". O subtítulo esclarece os valores: "Serão R$ 661 milhões previstos para o ano que vem, ante R$ 835,5 milhões autorizados em 2019".

Estamos, portanto, diante de um retrocesso no combate aos problemas de saneamento básico no Brasil. Se antes o investimento era maior e a desassistência já era gigantesca, imaginem como será daqui para frente. O governo federal promete reduzir o investimento drasticamente, negligenciando uma das principais questões sociais do nosso país. Vale ressaltar que postura semelhante havia sido adotada pelo governo em relação à Amazônia, e o resultado foi visto pelo mundo: as queimadas cresceram de forma significativa na floresta.

É compreensível que o governo queira melhorar a situação financeira do Estado brasileiro, reduzindo determinados investimentos. Mas algumas questões fundamentais precisam ser encaradas, e o saneamento é uma delas, pois, nessa área básica para as condições de vida, uma grande parcela da população é prejudicada historicamente.