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Primavera: Combate à dengue deve ser reforçado

Dias mais quentes e chuvosos geram alerta

SAÚDE - 04/10/2019

Calor e chuva favorecem a proliferação do mosquito Aedes AegyptiCalor e chuva favorecem a proliferação do mosquito Aedes Aegypti Crédito: Divulgação-Cevs

Rosibel Fagundes
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Com a chegada da primavera, de dias com temperaturas mais elevadas e chuvas recorrentes, as ações de prevenção ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika vírus e chikungunya se intensificam. Uma vez, que a água acumulada associada à alta temperatura é propícia para a proliferação do mosquito, como explica a coordenadora da Vigilância Sanitária, Lizete Plotzki:
“Para eliminar os criadouros do inseto, evitando, assim o aumento de casos notificados no verão, a população deverá fazer a sua parte. A prevenção contra o mosquito deve ocorrer durante todo o ano, mas os cuidados devem ser redobrados principalmente nesta estação, na primavera. A combinação de chuva e calor são favoráveis ao Aedes aegypti, sendo que a chuva aumenta a oferta de criadouros e a temperatura acelera a velocidade do desenvolvimento. Estamos preocupados, pois a previsão é de que teremos uma sequência de dias chuvosos e de calor intenso, o que aumenta bastante a probabilidade de haver a proliferação do mosquito se reproduzir em criadouro. Estamos com ações de campo com todos os agentes de saúde e endemia. Notificações estão sendo enviadas para aquelas residências onde são encontrados possíveis criadouros do mosquito. Mas, todo o cuidado é pouco. É preciso que a população faça uma varredura uma vez por semana e verifique as plantas, garrafas, pneus e outros lugares que possam acumular água. O lixo reciclado guardado em casa também pode ser um risco em potencial, assim como as flores, em especial as bromélias que acumulam água e devem ser verificadas com frequência”, afirmou.
Outro problema citado pela coordenadora são as piscinas que nesta época do ano acabam não recebendo o tratamento adequado. “As pessoas têm que se conscientizar que mesmo no inverno as piscinas precisam estar com a água tratada. A água não precisa estar limpa, mas o tratamento precisa ser mantido para que não se corra o risco do mosquito utilizar o espaço para pôr seus ovos,” garantiu.
Em agosto, quando foi apresentado o último levantamento feito pelo órgão, o município já contabilizava 48 casos de dengue. Oito, ainda aguardam resultados de testes que foram encaminhados ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). Somente neste ano, 400 notificações foram realizadas e seis multas foram aplicadas por reincidência. Os bairros que apresentaram mais casos foram o Santo Inácio e o Arroio Grande. Apesar dos números, a coordenadora acredita que a população esteja mais consciente. “Obtivemos um resultado positivo durante a campanha, a queda de 87% de infestação do mosquito no município de acordo com o Levantamento do Índice Rápido do Aedes Aegypti (Lira), já é algo a se comemorar”, advertiu.