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Greve do Judiciário: Mais de 28 mil processos estão parados em Santa Cruz

Assembleia nesta sexta-feira, 1º, em Porto Alegre vai decidir futuro do movimento que já dura 39 dias

GERAL - 01/11/2019

Após a Assembleia rejeitar o projeto do judiciário que extingue e cria cargos para o TJ-RS, a categoria busca agora negociar o plano de carreiraApós a Assembleia rejeitar o projeto do judiciário que extingue e cria cargos para o TJ-RS, a categoria busca agora negociar o plano de carreira Crédito: Divulgação/Sindjus RS

Rosibel Fagundes
[email protected] riovalejornal.com.br

A greve do Judiciário Gaúcho completa 39 dias nesta sexta-feira, 1º de novembro. No mesmo dia, uma Assembleia em Porto Alegre deverá decidir o futuro do movimento, que é considerado o maior das últimas décadas. A paralisação já superou as greves de 2012 e 2015, que teve a duração de 22 e 21 dias, respectivamente. A assembleia que acontece a partir das 13 horas, na Igreja Pompéia, deve reunir servidores de todo o Rio Grande do Sul. De Santa Cruz, cerca de 30 pessoas participam.  
Conforme a oficial escrevente do Fórum de Santa Cruz, Elenize Valentim apesar de a Assembleia Legislativa ter rejeitado, por 44 votos a 2, o projeto do Poder Judiciário que previa a extinção dos cargos de oficial de arquivo e oficial escrevente e criação de postos de técnicos judiciários, faltou o Tribunal de Justiça (TJ) negociar outros pontos da proposta, como o plano de carreira. “Barramos a extinção do cargo, agora falta negociar um plano de carreira da categoria. Zeramos o risco de extinção, mas não saímos da condição que estávamos. Foi uma vitória absoluta na Assembleia. Agora falta o Tribunal resolver o problema de defasagem no quadro de servidores. Queremos que o TJ abra a mesa de negociação. Até agora nada foi negociado. Tivemos corte de ponto dos grevistas, inclusive tem colegas que receberam o contracheque zerado. Este será o primeiro ponto que iremos negociar para o fim da greve, até porque teremos que fazer um plano de trabalho para recuperar e compensar os dias perdidos para poder colocar o trabalho em dia. A sociedade está sendo prejudicada, temos no mínimo 28 mil processos parados”, concluiu.
A greve dos servidores teve início no dia 24 de setembro, desde então, apenas serviços que envolvam demandas de urgência estão sendo realizados, como questões relacionadas à saúde, a vida e a liberdade das pessoas. A adesão ao movimento corresponde a 50% do quadro de servidores no município.