Viviane Scherer Fetzer
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Das 100 escolas dos 18 municípios que compõem a 6ª Coordenadoria Regional de Educação (6ª CRE), 52 estão nesta terça-feira apresentando seus projetos na 3ª Mostra Regional de Projetos que acontece no Parque da Oktoberfest. Envolvendo estudantes dos anos iniciais até a sala de recursos, a Mostra Regional é o resultado do trabalho realizado durante todo o ano pelas escolas que participam das etapas internas, depois da Mostra Polo que nesse ano contou com sete edições e chegando até a regional que conta com a apresentação de 100 projetos.
Segundo o coordenador regional de educação, Luiz Ricardo Pinho de Moura, “é tanto aprendizado, tanta riqueza de conteúdo, em cada projeto dessa grande temática que é Educar para (Trans)formar que temos certeza que cada um dos projetos criteriosamente trouxe muita habilidade e competências dos nossos alunos e professores”.
Os alunos tomam decisões difíceis como escolher dois representantes para a Mostra Regional, segundo a assessora pedagógica da 6ª CRE, Graziela Maria Lazzari, “aqui é o fechamento das atividades de forma que os alunos tenham mais interesse em participar das aulas e que os professores possam utilizar essa metodologia para outras atividades de uma forma diferente e que desperte a vontade para estudar e ir pra escola”.
Escola Santa Cruz trouxe projeto de matemática

Orientados pela professora Tatiana Scherer Morsch , os alunos do ensino médio da Escola Estadual de Ensino Médio Santa Cruz, Antônio Augusto Menzei e Kassia Betina Freitas Pellegrin, apresentaram o projeto “Análise financeira de gastos e financiamento de imóveis”. Proposto na aula de matemática levou os alunos a organizarem o projeto. Primeiro calcularam o gasto mensal de cada um para fazer a média e ver quanto poderiam utilizar para o financiamento de um imóvel. A partir disso fizeram a compra fictícia de um apartamento ainda na planta baixa. Aproveitaram a época de promoções do Dia dos Pais e mobiliaram todo o apartamento utilizando os conhecimentos de geometria. Segundo eles, algumas coisas poderiam ser deixadas para uma compra futura, mas como gostariam de já apresentar o quanto precisariam para ter uma moradia confortável. A conclusão foi de que recebendo salários de R$4mil, eles conseguiriam manter o apartamento e ainda abrir uma poupança para pagar os móveis.
Os dois alunos salientaram que o projeto fez com que eles entendessem a responsabilidade de uma vida sozinhos e o quanto é preciso economizar para chegar a uma vida confortável. “Economia é muito importante para podermos realizar um projeto desse tipo e também para conquistar outras coisas na vida”, reforçaram.














