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Contando histórias e encantando momentos

Cristiano Silva
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Nanny Oliveira

Léla Mayere Sonia Dettenborn Luz abordaram os santa-cruzenses
com histórias na última sexta-feira, 21 de março

O que você faria se estivesse sentado na Praça da Bandeira ou outra praça qualquer de Santa Cruz, e fosse abordado com uma história para alegrar o seu momento? Os santa-cruzenses foram surpreendidos na última sexta-feira, 21 de março, pela contadora de histórias Léla Mayer, que quebrou a rotina das pessoas em seus horários de lazer nos bancos das praças centrais da cidade.

DIA DO CONTADOR DE HISTÓRIAS

A ação de Léla refletiu no Dia Internacional do Contador de Histórias, que é comemorado em 20 de março. É uma data de celebração mundial e as raízes do evento iniciaram em 1991, na Suécia, ondechamava-se “Dia de Todos os Contadores de Histórias”.
Para a contadora santa-cruzense, o medo em função do tempo instável, transformou-se em alívio logo nas primeiras horas do dia. “A manhã foi incrível. Logo cedo eu e a Sonia Dettenborn Luz estávamos com medo, poishavia chovido à noite e a grama estava um pouco molhada, mas arriscamos e até o sol apareceu” destacou Léla, que ficou admirada com a reação das pessoas.

ARTE DO ENCONTRO

Nanny Oliveira

Ação realizada em Santa Cruz faz parte do Dia Internacional do
Contador de Histórias, que é comemorado em 20 de março

“Foi incrível, principalmente dos adultos, que se emocionavam ediziam que não imaginavam ouvir histórias depois de grandes. Algumaspessoas pediam para nos abraçar, foi lindo demais!” enfatizou Léla.
Crianças, adolescentes, adultos e idosos foram surpreendidos com a ação. “Contamos histórias para os casais quenamoravam, para os que estavam praticando exercícios, para os garis,taxistas, guardas, para todos que passavam e se permitiam um minuto aomenos de quebra da rotina”revelou a contadora, que destacou a satisfação em produzir a ação em Santa Cruz.
“Ficamos muito felizes porparticipar de uma mobilização que é mundial, mas receber este carinho éreafirmar a contação de histórias como a arte do encontro” finalizou a propagadora cultural Léla Mayer.