Um dos motivos do Santa Ciclismo, grupo formado por santa-cruzenses apaixonados pelo ciclismo, apoiar a iniciativa das ciclovias em Santa Cruz do Sul e fomentar o uso da bicicleta são os benefícios para o meio-ambiente e para saúde.
Além da questão da redução das emissões de gases por veículos automotores, tem também a questão do menor uso do solo, tanto para a circulação na via pública, quanto para os estacionamentos públicos, privados e residenciais, com os respectivos espaços para manobra, que também são menores (imagine o contrário: um carro a mais na família implica em aumentar a garagem e aumentar o espaço no pátio para manobra). Para este aumento são sacrificadas árvores “que estorvam”.
Divulgação/RJ

Na foto, início das obras da ciclovia em Santa Cruz do Sul
Outro benefício está relacionado com o peso: 50 a 100 vezes inferior ao de um automóvel, portanto consume menos metais, borracha e outros materiais. A vida útil da bicicleta é muitas vezes maior (a maioria usa ela até não dar mais e são poucos os que se rendem ao apelo de modelos novos), produzindo menos lixo.
É grande a contribuição que o ciclista presta ao optar em não usar seu carro, ajuda a minimizar o problema. Geralmente, quando se trata de encarar problemas, isto implica em renúncia e sacrifício. No entanto, no caso do ciclista acontece o contrário. Pois, longe de ser um sacrifício, o pedalar é muito prazeroso e exige um quinto do esforço que ir a pé (pedalando consome 22kcal/km). E este prazer está ligado ao hormônio produzido: a serotonina, responsável pela felicidade. Pedalar é gratificante, pela saúde e pela contribuição ambiental.














