
Nelson Treglia
[email protected]
Quem é o profissional técnico e responsável na manutenção e instalação da rede elétrica em residências, empresas e iluminação pública? A resposta está na ponta da língua, certo? É ele mesmo, o eletricista. Um profissional que todos conhecem, o que comprova o seu aspecto essencial, pois ele é chamado em diversas ocasiões.
Em um mundo como o nosso de hoje, pós-moderno e em pleno século 21, é impossível pensar em vida sem eletricidade. Televisão, computador, eletrodomésticos, a iluminação, coisas que poucos séculos atrás eram impensáveis. Hoje não dá para viver sem elas, e o eletricista nos ajuda muito nesse sentido, oferecendo as condições para que possamos usufruir de todos esses recursos que tornam a nossa realidade mais efetiva.
O eletricista é importante para garantir o bom funcionamento dos sistemas e equipamentos elétricos, evitando prováveis acidentes. Em 17 de outubro é comemorado o Dia do Eletricista. Entretanto, embora este profissional seja tão popular, o motivo para que este dia, no décimo mês do ano, seja conhecido como o Dia do Eletricista é incerto. Segundo o site www.calendarr.com, não há relatos ou alguma lei que oficialize a data, mas é comemorado por todos os profissionais do país.
CONCEITO
Hoje encaramos a eletricidade como algo muito normal, pois estamos completamente habituados a ela. Mas, tentando chegar ao cerne da questão, qual seria o conceito de eletricidade? Segundo o dicionário do Google (e vale lembrar que a internet depende muito da eletricidade), a resposta é a seguinte: “Conjunto de fenômenos naturais que envolvem a existência de cargas elétricas estacionárias ou em movimento”.
Segundo outro site muito popular, “Wikipédia, a enciclopédia livre”, a eletricidade é definida assim: “Termo geral que abrange uma variedade de fenômenos resultantes da presença e do fluxo de carga elétrica. Esses incluem muitos fenômenos facilmente reconhecíveis, tais como relâmpagos, eletricidade estática, e correntes elétricas em fios elétricos. Além disso, a eletricidade engloba conceitos menos conhecidos, como o campo eletromagnético e indução eletromagnética”.
A curiosidade intelectual em torno da eletricidade surgiu na Antiguidade, muito, mas muito tempo antes do nascimento de Jesus Cristo. Os primeiros relatos são provenientes do Antigo Egito, da Grécia Antiga, do Império Romano e de regiões que atualmente são caracterizadas pelo Islamismo. Os efeitos do contato com o peixe-elétrico instigaram o debate em torno da eletricidade no Egito, onde este peixe era conhecido com o “trovão” do Rio Nilo. Aliás, o Nilo ainda é registrado como o rio com maior extensão em todo o mundo, com pequena “vantagem” sobre o Rio Amazonas, que passa pelo Brasil, dentre outros países.
A LÂMPADA
Uma série de capítulos em torno da eletricidade foram escritos ao longo da história humana. Utilizando, à base de eletricidade, mais uma vez o Google, podemos realizar a seguinte pesquisa: “Quem inventou a lâmpada?” Em termos fictícios, é muito comum associarmos a palavra “lâmpada” ao personagem Aladim, do célebre conto de origem árabe “Aladim e a Lâmpada Maravilhosa”, reproduzido em filmes da cultura ocidental.
À base de eletricidade, consultamos a Wikipédia e percebemos que “Aladim” significa “nobreza da fé” em árabe. E a lâmpada elétrica? Quem contou com a nobreza e a fé para criá-la? O Google aponta para três nobres criadores: o britânico Sir Hiram Stevens Maxim, o norte-americano Thomas Alva Edison e o também britânico Sir Joseph Wilson Swan.
Se as origens da lâmpada de Aladim são um tanto incertas – não se sabe se o conto surgiu antes ou depois de Cristo -, o trabalho de Maxim, Edison e Swan está bem situado na história: o século 19 após o nascimento de Jesus Cristo. Historicamente? Há pouco, muito pouco tempo. No século 20, a tecnologia da eletricidade se estabeleceu e se desenvolveu de forma vertiginosa. Este desenvolvimento não para, na graça do 17º ano do século 21. E o eletricista é o profissional ao qual confiamos grande parte desta evolução. O esforço e o denodo deste trabalhador, o cuidado com que ele trabalha, faz a diferença para termos um mundo melhor, viabilizando as condições de vida da população. A este trabalhador, não faltam a fé e a nobreza de Aladim.














