Viviane Scherer Fetzer
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A Associação de Entidades Empresariais de Santa Cruz do Sul (Assemp) lançou, nesta segunda-feira, 20 de fevereiro, o Festival Internacional de Música de Santa Cruz do Sul (FIM), projeto cultural financiado pelo Sistema Pró-Cultura LIC-RS. O evento de lançamento divulgou as 20 músicas classificadas da edição de 2017 e contou com a presença de autoridades, artistas, convidados e imprensa. O festival acontece entre os dias 17 e 19 de março, no Ginásio Poliesportivo, com entrada gratuita.
Conforme o executivo da Assemp, Marcos Nobre, entre os objetivos do Festival está promover a cultura, a educação e o turismo, projetando Santa Cruz do Sul como polo cultural do Estado e do País. “A expectativa é que o evento atraia em torno de oito mil pessoas nos três dias”, ressaltou. Os participantes do FIM englobam músicos, compositores e intérpretes com canções inéditas, das mais variadas regiões e estilos musicais. “Queremos despertar o interesse pela música e garantir sua diversidade de ritmos e sons, o que reafirma e oportuniza o surgimento de novos valores para o setor. Além disso, o Festival incentiva a sensibilização e respeito às diferentes formas de pensar e agir através da música”, destacou Nobre.
O Festival Internacional de Música de Santa Cruz do Sul vai premiar os três primeiros lugares, bem como as categorias: Melhor Intérprete, Melhor Instrumentista, Melhor Arranjo e Músico Destaque. Os prêmios são de até R$ 10 mil. O corpo de jurados é composto por nomes de relevância no cenário musical e com formação acadêmica na área, que serão responsáveis pela triagem e pela escolha das vencedoras, são eles: Evelter Tudendi Corrêa, Sandra Mohr, Leandro Schaefer e Abilio Piovesan. Com exceção da Canção Mais Popular, que será escolhida pelo público presente no ginásio, sem premiação em dinheiro.

O fim será dividido em Fase Regional (compreende os municípios pertencentes aos Vales do Rio Pardo e Taquari), com a apresentação das 10 composições selecionadas na sexta-feira, 17 de março; e a Fase Nacional (destinada aos municípios gaúchos que não estejam dentro dos limites territoriais dos Vales do Rio Pardo e Taquari e a todos os Estados da federação e Distrito Federal), com mais dez canções classificadas no sábado, 18. Nesta edição, por ausência de inscritos, o Festival não contará com Fase Internacional (dedicada aos músicos, intérpretes e instrumentistas do Uruguai, Argentina e Paraguai). “Os grupos do festival participam de forma gratuita, não foi cobrado qualquer valor de inscrição para as músicas concorrentes. Serão classificadas três músicas em cada fase, que concorrem entre si na final de domingo”, explicou Nobre. Serão confeccionados mil CD’s e mil DVD’s.
Integrado ao festival e com o intuito de contribuir com a Lei nº13.278/2016, que inclui dentre outras expressões artísticas, a música no currículo escolar obrigatório, acontece no dia 17 de março, entre 9 e 11 horas, oficina de percepção musical na Escola Municipal de Ensino Fundamental Vidal de Negreiros.
Tchau Samba Pagode Geison Rafael Queiroz do Santos
Contrabandeando milonga Milonga Chico Luiz e Luiz Carlos Ranoff
A sua verdade Pop Gustavo Sehnem
Quando você chega Pop Romântico Leandro Ernesto da Silva
A queixa do campo Milonga Gilmar Batista, Josemar Dias e Tiago Souza
Olho de Vidro Pop Rock Sandro da Silva Figueiredo
Viver no Sertão Popular Miron Roney do Nascimento
Menina Colorida Pop Rock Denis Job
A casa antiga Milonga/Camdombe João Manoel Pereira Neto
Soldado da Paz Reggae Henrique Almentes da Silva
Infância Maneada Canção Diogo Matos
No escuro Canção Nicole Carrion
Amélia Canção Volmir Coelho
Meu canto Milonga Fabiano Correa, Michel Plautz, Felipe Corrêa
Palco Canção Zola Duarte
Companheiros Valsa Rafael Oliboni, Chico Luiz
Anjo da Guarda Pop Rock Guilherme Noetzold Mendes
Samba de compromisso Samba Zé Renato Daudt
Imorredores Milonga (nativista) Fabiano Corrêa, Carlos Eduardo Nunes e Felipe Corrêa
Noma ronda de Guitarra Milonga Chico Luiz, Francisco Antonio Luiz e Volmir Coelho














