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Dois anos em prol da arte em Santa Cruz

Cristiano Silva
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Anderson Lima

Open Extreme Brasil Internacional reúne dançarinos
do mundo todo em Santa Cruz
 
Uma coisa não se pode negar: o Open Extreme Brasil deu as caras em Santa Cruz nos últimos anos. O projeto, criado e desenvolvido pelo coreógrafo e diretor artístico Junior Soares em 1997, começou com a ideia de montar um grupo de dança para treinos em uma garagem, onde seu idealizador jamais imaginaria o quão audacioso e reconhecido seria a ideia nos dias de hoje. O tempo passou, muitos caminhos foram percorridos, e em 2006 o mentor do projeto teve a ideia de fazer um evento nacional com o nome de Open Extreme Brasil. Na época, foi somente um festival de dança gratuito para a comunidade dançante, porém em 2012 que tudo mudou, com a montagem do “Open Extreme Brasil – Evento Internacional de Dança”, que trouxe referências mundiais da dança para Santa Cruz e, com isso, atraindo gente de todo o Brasil para participarem do evento, que obteve um sucesso tão grande e inesperado, que fez em seguida ser lançada a sede oficial do Open Extreme Brasil, localizada no segundo andar do Sport Club Corinthians em Santa Cruz, nascendo aí o Centro de Artes Open Extreme Brasil, que logo se tornou referência Internacional em dança. “Hoje, com somente dois anos de vida, o Open já trouxe para Santa Cruz professores renomados da Itália, França, Alemanha, Japão, Estados Unidos entre outros países, e já mandou professores do Brasil para fora também no intuito de estudar dança em alto rendimento, porém o grande passo do Open foi a conquista na cidade, pois conseguimos fazer com que em dois anos de atividades na nossa sede, passassem mais de 1800 pessoas da cidade pelo Centro de Artes Open Extreme Brasil, fazendo dança, e curtindo nossa vibe” destaca o proprietário do Open Extreme Brasil, Junior Soares, revelando ainda que a essência do local é exalar arte do início ao fim do dia.
 
AMPLIANDO AS ATIVIDADES
 
Anderson Lima

Brahma Haus, gerido pelo Open Extreme Brasil há dois anos,
é um dos grandes destaques da Oktoberfest
 
Atualmente, o Open conta com mais de 700 alunos entre categorias de base e adultos, projetos, instrutores, monitores e professores, dentro dos estilos de dança Ritmos, Ballet, Hip Hop, Jazz, Kangoo, entre outras. Ainda que focado na dança, o Open Extreme Brasil aos poucos foi trazendo uma nova visão para a cidade, que é da arte coletiva, agregando a música, o teatro e o fitness em pequena escala. Em 2013, o Open recebeu convite da Oktoberfest para ajudar em algumas possíveis mudanças, e deu certo. Já em seu primeiro ano de Oktoberfest, ajudou na construção das novas ideias artísticas da escolha das soberanas e, principalmente, no Brahma Haus, que já foi sucesso. Em 2014, o Open deu um passo um pouco maior. Além da escolha das soberanas, assumiu efetivamente o Brahma Haus e também o lançamento dos minis desfiles dentro da Festa da Alegria. Além da Oktober, na Christkindfest já de 2013, o Open criou uma mini cidade do Papai Noel com espetáculos noturnos, festivais de dança e música, eventos que neste ano trarão novas surpresas aos santa-cruzenses. Durante diversas datas no ano, o Open também realiza seis espetáculos de dança semiprofissionais, um musical com artistas globais e bailarinos de todo Brasil para ajudar o hospital Ana Nery, e um espetáculo profissional, além ter criado em parceria com o Hotel Charrua um projeto social em Rio Pardinho, denominado CIEG, isso fora projetos junto a Secretaria Municipal de Esporte, como o ”Maturidade Ativa”. Para manter essa ideia viva e crescente a cada ano, Junior Soares ressalta a busca pelos apoios, necessários para dar sequência ao crescimento das ações na cidade. “Acreditamos que será questão de tempo até encontrarmos apoio para manter vivo o Centro de Arte na cidade. Por mais dificuldades que encontramos para manter essa arte coletiva viva, conseguimos nos manter abertos pelas mensalidades e também por alguns eventos que realizamos fora, por isso só temos a agradecer a todos que apoiam a nossa arte e que possamos cada vez mais multiplicar amantes por essa causa”, finalizou Soares. Que a arte não se perca jamais na nossa cidade!
 
Cristiano Silva

Júnior Soares: “O grande passo do Open foi a conquista na cidade”.