
O Inter começou a partida pressionando. Mas foi melhor apenas até os seis minutos, quando o árbitro deixou de assinalar um pênalti no atacante colorado Brenner, agarrado pelo zagueiro dentro da área.
O ímpeto colorado freou e a partida ficou mais equilibrada, apesar de o plano inicial de levar perigo ao gol de Danilo Fernandes, que ainda está em fase de recuperação em virtude de um pé quebrado, não ter dado certo pelo lado do Nóia, que não teve grandes chances, tendo inclusive aberto o placar com um gol contra do zagueiro colorado Ernando, aos 21 minutos de jogo.
Apesar de não conseguir a proximidade desejada ao gol do Internacional, o Novo Hamburgo manteve sua postura e conseguiu preocupar a defensiva vermelha.
No segundo tempo, a partida parecia o primeiro jogo da final, com o Inter partindo pra cima e o Novo Hamburgo apostando no erro do adversário. Logo aos três minutos, Rodrigo Dourado empatou, após aproveitar o bate-rebate na área. A igualdade no placar levava a decisão para os pênaltis.
Com o jogo aproximando-se do fim, o Inter chegava com mais perigo ao gol anilado. A equipe mostrava mais condições físicas e desperdiçou inúmeras chances de marcar o segundo. O árbitro Leandro Vuaden errou novamente na reta final do jogo, ao não expulsar o atacante Nico lópez, do Inter, que levou a mão ao rosto do jogador adversário em uma disputa de bola.
Na cobrança de pênaltis. D’Alessandro, Victor Cuesta e Nico López erraram para o colorado. O Nóia errou com Léo, mas acertou com João Paulo, Júlio Santos e Pablo. William fez o único do colorado.
O Novo Hamburgo, além de entrar para a história com seu primeiro título gaúcho, impediu o sétimo título consecutivo do Inter.














