Divulgação / Ajusc

Competição amistosa marcou evento com a participação
do santa-cruzense Édson Dummer

Competição amistosa marcou evento com a participação
do santa-cruzense Édson Dummer
O judoca – e um dos principais colaboradores – da Associação Judô de Santa Cruz do Sul (Ajusc/Unisc), Édson Dummer, participou no último sábado, 7 de fevereiro, de um evento de judô no Zimbabwe. Além do serviço social, o evento serviu para saudar o sensei Tomohiko Kanamori que faz parte de um programa de voluntário do esporte no Japão. Dummer reside em Santa Cruz do Sul e sempre que viaja leva o quimono na mala. Atualmente está há cerca de um mês na África, a serviço de uma empresa fumageira. O sensei Tomohiko Kanamori deve permanecer seis meses no Zimbabwe, trabalhando exclusivamente com o judô, treinando e iniciando os preparativos do Zimbabwe para as olimpíadas de 2020 no Japão. A viabilização do projeto ocorreu por intermédio da Embaixada do Japão no Zimbabwe, cujo órgão responsável é o Japan International Cooperation Agency (JICA).
Divulgação / Ajusc

Santa-cruzense Édson Dummer (e) ao lado participou
do sensei Tomohiko Kanamori

Santa-cruzense Édson Dummer (e) ao lado participou
do sensei Tomohiko Kanamori
Nas atividades desenvolvidas, o faixa preta santa-cruzense participou de uma competição amistosa. Édson Dummer conta que as lutas tinham duração de dois minutos e não havia muito rigor quanto à aplicação das regras em virtude de existirem muitos iniciantes que jamais haviam competido antes. “Todos os judocas usavam somente a faixa branca ou a faixa azul. Não havia outras cores de faixa durante as lutas, como uma demonstração de humildade e amizade dos mais graduados”, lembra Dummer. “Alguns deles inclusive nunca haviam usado um quimono na vida”, completa. Ao final a equipe vencedora recebeu uma lembrança do Embaixador Japonês.
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Édson Dummer ao lado do Presidente do Comite Olimpico do Zimbabwe

Édson Dummer ao lado do Presidente do Comite Olimpico do Zimbabwe
O judoca santa-cruzense ainda destacou a contribuição do judô para a qualidade de vida dos africanos. “O que eu sinto e vejo nestes africanos é a esperança e a vontade de aprender e serem melhores, apesar das dificuldades. Sem contar que eles adoram participar e estão sempre muito felizes”, finaliza.
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Édson Dummer ao lado do Embaixador Hiraishi

Édson Dummer ao lado do Embaixador Hiraishi














