LUANA CIECELSKI
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A exibição dessa terça-feira, 21 de novembro, da Associação Amigos do Cinema de Santa Cruz, será um dos grandes clássicos do cinema: o filme “A Dama Oculta”, do reconhecido diretor de cinema Alfred Hitchcok. Lançado em 1938, o longa-metragem tem 97 minutos de duração e sua exibição inicia às 20 horas na sede do Sindibancários, no Centro de Santa Cruz do Sul. A entrada da sessão é gratuita e aberta à comunidade. Após a exibição será realizado um debate sobre o filme.

O enredo apresenta a jovem Iris (Margaret Lockwood) que durante uma viagem de trem pela Europa conhece uma gentil senhora, Miss Froy. Elas chegam a conversar, no entanto, depois que a senhora se retira para descansar em sua cabine, Iris não mais a encontra. O mais misterioso de tudo, porém, é que todos negam tê-la visto, mesmo aqueles que ela lembra de também haverem conversado com Miss Froy.
Iris inicia então uma busca obstinada pela mulher desaparecida, o que dá nome ao filme, tanto na versão inglesa – The Lady Vanishes, que na tradução literal seria A Dama Desaparece – quanto na versão traduzida para o português. Nessa busca, a jovem conta apenas com o apoio do musicólogo Gilbert (Michael Redgrave), a quem ela convence da existência e desaparecimento de Miss Froy.
É importante dizer que esse filme teve um papel importante na história do diretor Alfred Hitchcok, porque seu lançamento marcou o início de uma nova e boa fase após o lançamento de dois filmes que não agradaram a crítica – ele foi a maior bilheteria do ano em 1938. Esse também foi o penúltimo filme dele a ser lançado na Inglaterra antes do diretor seguir para os Estados Unidos, encerrando sua fase britânica.
Nesse filme Hitchcock já utilizava daquela que seria uma de suas marcas registras, ou seja, as rápidas aparições em seu próprios filmes. Em A Dama Oculta, ele é visto bem ao final do filme, na estação de trem, com uma capa preta, fumando um cigarro. Fique atento.














