
VIVIANE SCHERER FETZER
A Santa Confraria Produções dará sequência ao Projeto Tributos apresentando mais uma vez o Tributo a Elton John, em Santa Cruz do Sul. O evento acontece no dia 17 de novembro, às 20h, no Teatro Mauá e contará com a participação especial da Orquestra Santa Cruz Filarmonia, que acompanhará pela primeira vez uma banda durante seu show. Os ingressos podem ser adquiridos na Iluminura Livraria e Cafeteria a R$ 30,00 e R$ 15 meia-entrada (estudantes, idosos a partir de 60 anos e cadeirantes).
Assim como em 2014, o show ficará a cargo de Uli Assmann e banda composta por sete integrantes: Rafael Burgos e Volnei Martins, na voz e violão, na guitarra Serginho Schmidt, no teclado Robson Bittencourt, Diego Maracci na bateria, André Dreher com o baixo e Marta Pereira com uma participação no vocal. O convite para que a Orquestra Santa Cruz Filarmonia fizesse parte do Tributo foi feito através de um dos diretores artísticos da Orquestra, Heberson J. Reis, e foi aprovado pela diretoria. Seus integrantes consideraram que será “uma experiência muito válida para o grupo e uma oportunidade de fazer música com excelentes representantes da música popular da nossa cidade”, destaca Sandra Mohr, coordenadora e regente da Orquestra.
Será a segunda apresentação da Orquestra após a estreia em setembro. “É a primeira vez que temos a oportunidade de dividir o palco com uma banda. A orquestra está bastante entusiasmada!” salienta Mohr. Constituída por integrantes com idades entre 11 e 60 anos a Santa Cruz Filarmonia participará em oito músicas que foram arranjadas pelos músicos profissionais, que fazem parte dela: Lucas Kist, Heberson J. Reis, Otavio Haguiuda e Sandra Mohr.
Para Mohr, unir música popular e erudita no mesmo palco, apesar de serem dois estilos diferentes com linguagem e instrumentos específicos, é uma forma de partilhar o principal: a linguagem musical. “Um show como o que estaremos apresentando, em função dos arranjos escritos especialmente para esta formação, acaba preservando e, porque não, ajudando a imortalizar a música dos dias atuais; além de ser muito prazeroso, tanto para quem toca, quanto para quem ouve, é claro!”, finaliza.














