Início Sem categoria Retratos na ponta do lápis

Retratos na ponta do lápis

Cristiano Silva
[email protected]

Divulgação/RJ

Luiza Schwab desenha desde a infância
 
Iniciadas enquanto criança, muitas brincadeiras acabam se tornando um hobbie ou até mesmo trabalho na vida de muitos adultos. Uns gostam de brincar de carrinho e no futuro viram grandes empreendedores automobilísticos ou, apenas por hobbie, participam de eventos de carros e apreciam os automóveis. Uns gostam de jogar futebol, e no futuro se tornam grandes jogadores a ponto de representarem os seus países em uma Copa do Mundo, ou então, por hobbie, jogam apenas aquela pelada de final de semana. Mas há também aqueles que juntam a especialização com o hobbie, como é o caso da santa-cruzense Luiza Schwab.
 
Divulgação/RJ

Retratos é a temática que Luiza representa em seus desenhos
 
“A minha paixão pelos desenhos iniciou na infância. O desenho estava entre as minhas ‘brincadeiras’ favoritas. Na escola era sempre eu que fazia os desenhos de trabalhos realizados em grupo. Na adolescência comecei a pegar fotos de familiares para desenhar os seus rostos. Levei um desses desenhos para a escola e uma colega viu, foi aí que iniciaram os pedidos”, conta Luíza, que perdeu a conta de quantos desenhos fez nessa época. “Eu não costumava cobrar, pois ao mesmo tempo em que os amigos me pediam, eles estavam me ajudando a desenvolver um dom. Talvez não fosse certo, mas pra mim não havia sentido cobrar para fazer algo que era o meu hobbie”, revela a desenhista, que procurou se especializar. “Na mesma época ingressei no curso de desenho da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Smec) com o professor Alceo, com o qual pude aprender várias técnicas” destaca Schwab .
 
INSPIRAÇÃO
 
Divulgação/RJ

Luiza aprimorou sua técnica com curso na Smec
 
Para Luiza, que busca os retratos como temática, se for para desenhar um retrato de uma pessoa específica, é necessário a foto, e a desenhista revela vir de outra arte uma de suas grandes inspirações para o desenho: a música. “Sempre gostei de ouvir música erudita para desenhar. A música é um meio inspirador para o desenho, pois ela é capaz de alterar o ânimo e nos faz viajar com a imaginação. O estado emocional influencia muito na hora de desenhar. Sempre me voltei para os desenhos nos momentos em que estava mais voltada para mim, e isso não significa que eu estava alegre, pois a tristeza também é inspiradora” revela Luiza, que finaliza: “Atualmente faço por hobbie. O desenho é algo que eu sempre vou querer praticar, pois está e sempre esteve presente em mim, independentemente da comercialização. Tudo tem o seu momento”.
 
Divulgação/RJ

Riqueza em detalhes é característica dos desenhos de Luiza