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Seja o Capitão do Seu Navio

 

Elisabet lança livro de autoconhecimento

A obra ‘Seja o capitão do seu navio’, de Elisabet Tolotti Lazzari, se trata de autoconhecimento, que é a base para toda felicidade (conhece-te a ti mesmo). “Não tem como ser feliz, se eu não me conhecer. É só através do reconhecimento das minhas deficiências, minhas fraquezas, minhas crenças negativas, que posso tratá-las, e da mesma forma, fortificar ainda mais o que já faço com maestria”, comentou a autora. Os livros estão à venda na Iluminura.
“Foi conversando com as pessoas que batem a minha porta pedindo uma luz, um conselho, uma dica, que eu  percebi que as histórias que eu usava para ajudá-las, poderiam ajudar mais pessoas se eu as tornasse públicas.  Passei a escrevê-las e minha primeira intensão com estes escritos era de ajudar apenas  pessoas daqui da minha cidade e região, mas acontece que os escritos foram tomando jeito e eu fui ficando feliz com o que escrevia. Tinha dias que eu relia o que havia escrito semanas antes e pensava… de onde tirei isso? Parecia que tinha alguma inspiração me ajudando, e então levei os escritos mais a sério e pensei, porque não fazer um livro e vendê-lo no Brasil inteiro e também em Portugal? Onde tenho amigos”, explicou Elisabet.
As histórias são na grande maioria verídicas, outras que ouviu falar, ajudam a identificar qual a crença que cada um carrega por toda sua vida, que impede de ser feliz, de ser prósperos, de ser saudáveis, de atrair pessoas legais para os relacionamentos. Estas histórias instigam as pessoas a saírem da zona de conforto, tomar o leme da sua vida e fazê-la acontecer. Se estas histórias funcionaram para seus personagens, porque não funcionariam para você?
 Este autoconhecimento, segundo Elisabet, diz em alto e bom tom que a primeira lição é se amar.  O mal do mundo está no desamor. “Como posso amar meu semelhante, se nem eu me amo, me aceito, me acolho, me aprovo? Como posso dar dinheiro, se não tenho nem pra mim, como posso dar um sorriso, se não sei sorrir? Ao nos conhecermos, vamos procurar nas entrelinhas da nossa vida, onde o amor se esconde, e então, cultivá-lo para que floresça, contagiando a tudo e a todos”.
Ela ainda explica que “não nascemos prontos, somos seres em evolução. Sempre haverá pessoas mais evoluídas e menos evoluídas que nós. Quanto mais expandida for a consciência, mais a pessoa tem compreensão das situações e do comportamento seu e das pessoas. Quando por exemplo, ouvimos que uma determinada pessoa cometeu um crime hediondo e nasce em nós a compaixão e não a raiva, então estamos no caminho certo. Quanto mais evoluídos, menos raiva e mais compreensão, e compaixão teremos”.
A obra também foca uma espiritualidade universal, sem uma religião específica e cada título aguça a lê-la, porque parece que cada tema tem a ver com cada pessoa.    
“Se o livro não te fizer pensar, não te tirar do conforto e chegares a pensar: “este livro não é pra mim”. Não desamine, é porque você não está pronto às mudanças. Aconselho que leia de novo e de novo até começar a cair fichas, porque ele é baseado no comportamento da grande maioria das pessoas, e você não é nenhum extraterrestre, que não vai se identificar com nenhuma das histórias. Te desafio a encontrar a tua história entre as cinquenta existentes no livro”, reforçou Elisabet.