Everson Boeck
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A história de um lugar e de um povo se torna rica através de seus registros, os quais podem ser produzidos por governos, entidades e escolas (públicas e privadas), com objetos como utensílios, indumentárias, imagens, textos de qualquer natureza, pinturas, esculturas, canções, construções etc.
Em Santa Cruz do Sul, um dos locais que disponibilizam este tipo de material é o Centro de Documentação (Cedoc) da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), ligado ao departamento de História e Geografia. Ele reúne, classifica, preserva e põe a disposição de especialistas e público em geral importantes fontes documentais que fazem referência a cultura, economia, política, enfim, ao comportamento dos diferentes grupos sociais que formam a sociedade do Vale do Rio Pardo.
O Riovale Jornal teve acesso a alguns materiais que comprovam os primeiros registros da colonização alemã no município. Confira!
Fotos: Arquivo/Cedoc/Unisc
Um dos primeiros registros de veículos na cidade é do ano de 1952. A imagem
registra um caminhão da Prefeitura Municipal atolado em pleno centro da cidade,
na atual Rua Tenente Coronel Brito

Foto feita em Ferraz, no início do século passado, registra a presença dos
chamados Caixeiros-viajantes (“Musterreiter”) no município. Além de fazer o
transporte de mercadorias na região, eles traziam notícias de acontecimentos
de outros lugares

Agrimensor e seus ajudantes fazendo a medição de lotes coloniais. No final
do século XIX, início do século XX, a cena era comum na região

A família de Helmuth Pittelkow possuía um atelier de costura muito conceituado
na década de 20, em Rio Pardinho

Por volta de 1920, população dirigindo-se à missa na Igreja Matriz São João
Batista, construída entre 1857 e 1861, depois demolida em 1940 para dar lugar
à atual Catedral

“Kolonie” deve ser o primeiro jornal veiculado no município. A imagem mostra
a capa da primeira edição, em 1º de janeiro de 1891














