O lançamento do programa “O Rio Grande que eu quero” foi o ponto alto do Congresso Estadual do PMDB que ocorreu no último sábado, 31 de agosto. O evento reuniu as frentes do partido de diversas cidades do estado.
O secretário-geral do partido, João Alberto Machado, fez a apresentação e sintetizou o que a ação representa: “Sair do PMDB e discutir com as pessoas, Universidades, Coredes, organizações e instituições públicas e privadas”. Com o programa, que terá fóruns presenciais e virtuais, o PMDB quer reunir o máximo de sugestões e opiniões para a sintetização do Plano de Governo.
Estruturado em oito eixos e contando com a orientação de um grupo técnico especializado, “O Rio Grande que eu quero” propõe uma análise profunda e resoluções criteriosas para as áreas da Saúde, Educação, Segurança, Infraestrutura, Finanças do Estado, Desenvolvimento, Transparência e Inovação. E já está em formatação o nono eixo que é Agricultura.
Para o presidente do partido, Edson Brum, a participação da sociedade é fundamental. “Buscamos novas ideias e a participação de cada gaúcho e gaúcha na construção de um projeto inovador, abrangente, eficiente e que seja possível executar. Não podemos ficar na utopia”, disse.
Realizado na Assembleia Legislativa, oo evento contou um público de 2 mil pessoas, representantes de mais da metade do território gaúcho. Foi registrada a presença de correligionários de 269 municípios do Rio Grande do Sul. Também foi destaque a participação dos grandes líderes peemedebistas.
Galileu Oldenburg

Presidente do partido, Edson Brum, leu o documento final do programa
Candidato a governador
Jose Ivo Sartori e Germano Rigotto – os nomes mais citados pela base durante a série O PMDB que eu quero para a disputa ao Governo do Estado – se mostraram preocupados com a construção de um plano de governo que atenda as necessidades da sociedade gaúcha.
Sartori opinou que o momento é de construção e de estabelecer uma ampla discussão, antes de definir o nome. “É hora de construir um Pacto pelo Rio Grande, em sintonia com todos os segmentos da sociedade”, afirmou Sartori. Na visão dele, o PMDB tem outros dois desafios imediatos antes da definir a candidatura: ampliar ao máximo o número de candidatos às eleições proporcionais e estabelecer um leque de alianças com outros partidos.
Para Rigotto a grave situação das finanças do Estado exigirá do futuro governo muita coragem e união. Na avaliação do ex-governador, as dificuldades e os desafios de hoje serão muito maiores de quando assumiu o Palácio Piratini em 2003. “Vamos mostrar o que construímos com orgulho nas gestões do PMDB, mas é hora de olhar para frente”, declarou Rigotto, cobrando a definição do candidato ao Palácio Piratini ainda neste ano. E arrematou: “Sinto que o partido está preparado para construir uma grande vitória”.














