
A primeira reunião do presidente Jair Bolsonaro com a equipe ministerial, realizada nesta quinta-feira, 3, no Palácio do Planalto, durou cerca de três horas. O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que foi uma conversa de “alinhamento” com cada ministro. Segundo ele, será feito um “pente fino” em todos os conselhos que atuam na administração direta. Onyx reiterou que o governo vai “fazer a reforma da Previdência”, mas não entrou em detalhes.
A reunião, que ocorreu dois dias depois da posse, foi concentrada em temas prioritários de cada área. Uma próxima reunião com os ministros foi agendada para o dia 8.
Desburocratização e enxugamento da máquina pública e melhoria da qualidade de serviços prestados à população brasileira foram alguns dos temas abordados. Nesta quinta-feira, mais de 300 funcionários comissionados que integravam a Casa Civil da Presidência da República na última gestão foram exonerados. A medida foi adotada para uma nova composição de equipe, mais alinhada com o novo governo.
Temas mais específicos, como o avanço da reforma da Previdência, também fizeram parte parte das conversas. (Fonte: Agência Brasil)
Últimos 30 dias de Temer serão alvo da nova gestão
Na primeira reunião ministerial do Governo Bolsonaro, realizada nesta quinta-feira, o presidente da República determinou aos 22 ministros que seja feito um “pente fino” nos recursos repassados pela gestão de Michel Temer. Serão analisados, principalmente, os últimos 30 dias da gestão anterior.
“Foi solicitado que todos os ministros façam revisão, pasta por pasta, de exonerações, transferências, e também sobre a movimentação financeira dos últimos 30 dias, particularmente dos últimos 15 dias. O alto volume (financeiro) causou estranheza, o presidente quer um relatório de cada um (dos ministros) para saber para onde foi o dinheiro, por que foi e se tem suporte”, disse o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
Jair Bolsonaro pediu aos ministros um levantamento do número de imóveis da União. Também deu liberdade aos ministros para exonerarem servidores sem estabilidade indicados nos últimos governos. (Fonte: Zero Hora)














