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Nossos Protetores

Odilon S. Blank

Poderá este guia (nosso espírito protetor) ajudar também outras pessoas, mas protegerá em especial aquela com quem comprometeu-se a proteger.
Muitas vezes deixam sua posição de protetor para desempenhar outras missões; neste caso será substituído por outra entidade. Quando vê  que seus conselhos são inúteis e que seu protegido prefere submeter-se à influência de seres inferiores, ele poderá afastar-se, mas regressa no momento que seu protegido chamá-lo.
Os maus espíritos se unem para neutralizar a ação dos bons, mas podemos dar força ao nosso protetor espiritual, procurando ouvi-lo e sermos o melhor possível em nossas relações com as outras pessoas.
O que dá força aos maus Espíritos são o orgulho e os demais defeitos morais nossos; se nos corrigirmos eles perdem todo seu poder.
Chegará um momento em que o Espírito poderá guiar-se a si mesmo, não mais necessitando de um protetor; isto porém raramente se dá na Terra.
Quando seus esforços são bem sucedidos o Espírito protetor sente-se feliz, pois para ele é um triunfo ser bem sucedido em sua missão protetora. Os maus sucessos compungem-se e lastima os erros de seu protegido.
Todo homem tem sempre Espíritos que com ele simpatizam, o amam e se interessam por ele, como também tem os que procuram induzi-lo ao mal.
Qualquer que seja seu caráter, o homem sempre encontra Espíritos que com ele simpatizam (lei da afinidade). Os Espíritos “amigos da casa,” são os que gostam de nós e de nossa família e que sempre que possível permanecem no nosso ambiente familiar . Atuam a nosso favor por ordem ou permissão de nossos protetores espirituais.
Os Espíritos simpáticos ligam-se a nós pelos laços da simpatia e semelhanças nos gostos e sentimentos e as durações destas ligações dependem de circunstâncias que os mantenham interessados em nós.
(continua)