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Dia de homenagear os panificadores

Ana Souza
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Hoje, dia 8 de julho, é o Dia do Panificador, conhecido popularmente como padeiro. Este profissional são responsáveis por produzir o pão que chega à nossa mesa todos os dias. Além de trabalharem na fabricação de pães, também produzem salgados, doces, tortas, bolos e diversos outras receitas deliciosas.
Os produtos confeccionados pelos padeiros são comercializados em padarias, que é um estabelecimento comercial industrial. O pão é um alimento base na vida do brasileiro, e atualmente, com o aumento da competitividade no setor, a maioria das padarias inova, produzindo pães de vários sabores e formatos.
Para garantir o pão quentinho de todos os dias, o profissional panificador geralmente trabalha de madrugada. Ser um bom padeiro exige o ter “jeito” com massas, ou seja, é necessário ter “mão boa” para massas. Além disso, se torna necessário se atualizar sempre por meio de cursos, oficinas e workshops e ter outras características tais como: gosto por culinária, capacidade de organização e de observação, responsabilidade, interesse em aprender novas receitas, agilidade e disposição.

ATIVIDADES

Entre as atividades exercidas pelos panificadores estão: organizar os materiais necessários, produzir as massas, modelar o pão, produzir recheios e coberturas, se necessário, assar os pães, bater massas de bolos, biscoitos e tortas, confeitar os doces, sempre levando em conta o lado estético e armazenar e embalar os produtos da melhor forma possível.

ORIGENS

No ano de 1333, sob o reinado de D. Diniz, casado com D. Isabel, houve uma fome terrível. Para melhorar a situação, D. Isabel empenhou suas joias para poder comprar trigo de outras regiões e assim, poder manter seu costume de distribuir pão aos pobres. 
Em um dos dias de distribuição, o rei apareceu inesperadamente. Com medo de ser censurada, ela escondeu os pães. O rei percebendo o gesto perguntou: “Que tendes em seus braços?”. A rainha respondeu em voz trêmula: “São rosas, meu senhor”. O rei, não acreditando, pediu para vê-las. Isabel abriu os braços e, para surpresa de todos, caíram ao chão rosas frescas e perfumadas. O rei não se conteve e beijou as mãos da esposa enquanto os pobres gritavam: “Milagre, milagre!”.
Atualmente, comemora-se no dia 8 de julho, o dia de Santa Isabel. Por isso, neste dia é comemorado também o dia do panificador. A panificação é uma atividade muito antiga. Os primeiros pães foram assados sobre pedras quentes ou debaixo de cinzas. A utilização de fornos de barro para cozimento dos mesmos começou com os egípcios. Na Europa o pão chegou através dos gregos. O pão romano era feito em casa, pelas mulheres, e depois passou a ser fabricado em padarias públicas. Foi aí que surgiram os primeiros padeiros.
No século 17, a França tornou-se o centro de fabricação de pães de luxo, com a introdução dos modernos processos de panificação. No Brasil, a chegada do pão ocorreu no século 19. No início, a fabricação do pão era uma espécie de ritual, com cerimônias. Com a chegada dos imigrantes italianos, a atividade de panificação começou a se expandir.

Arquivo/RJ

Dia alusivo aos panificadores coincide com o Dia de Santa Isabel