Após aprovada a proposta de acordo coletivo, apresentada na última sexta-feira, 25, pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), houve o encerramento da paralisação nacional dos funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Assim, os Correios retomaram suas atividades nesta última terça-feira, 29.
Os Correios ingressaram com ação de dissídio coletivo junto ao TST no último dia 17, após sindicatos associados às duas federações de representação dos trabalhadores dos Correios (Fentect e Findect) terem deflagrado uma paralisação por tempo indeterminado em diversas regiões do país. Entretanto, os servidores concordaram em receber um aumento linear dos salários em R$ 150 retroativo a agosto deste ano e em R$ 50 a partir de janeiro de 2016, a título de gratificação, com aumento incorporado ao salário base (50% em janeiro de 2016; 25% em agosto de 2016 e 25% em janeiro de 2017).
A greve havia começado no último dia 15. De 36 sindicatos que representam a categoria no país, 17 não apoiaram a paralisação. Por conta dessa divisão, a empresa entrou no dia 16 com pedido de julgamento coletivo no TST. Inicialmente, dos sindicatos que não apoiaram a greve, 16 aceitaram a proposta do tribunal.
Outra conquista da categoria foi a manutenção do teto de dois salários para as despesas médicas do convênio de saúde. Isto é, a empresa não pode adotar qualquer medida de alteração do plano de saúde vigente através do acordo coletivo da categoria que não seja aprovado por todos os trabalhadores.














