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Comando do 23º BPM realiza reunião técnica de trabalho sobre a Patrulha Maria da Penha

O Comando do 23º BPM realizou na tarde desta Quarta-feira (08/08), na Sede do Batalhão, localizado em Santa Cruz do Sul, uma reunião técnica de trabalho sobre a Patrulha Maria da Penha dos municípios de Santa Cruz do Sul e Venâncio Aires. 
O intuito da reunião foi realizar um planejamento das áreas a serem abrangidas e priorizadas pela patrulha, através de um diagnóstico estratégico e planejado para a atuação dos policiais militares, assim como a discussão de casos considerados de natureza grave e com necessidade de uma maior atenção por parte da Instituição. Além disto, tratou-se sobre a implementação de uma nova Guarnição policial que irá atuar, já nos próximos dias na Patrulha, reforçando a guarnição já atuante e possibilitando uma maior abrangência nos atendimentos às vítimas.
Estiveram presentes, o Comandante do 23°BPM, tenente coronel Giovani Paim Moresco, o Subcomandante do 23°BPM, major Fabio Vilnei da Silva Azevedo, Comandante da 1ª e 2ª Companhia, capitão Rafael Carvalho Menezes, Comandante da 3ª Companhia, capitão Michele da Silva Vargas. 
A Patrulha Maria da Penha da Brigada Militar é desencadeada semanalmente, através de uma viatura especial composta por dois ou mais policiais militares, dentre eles, preferencialmente uma policial feminina, onde são realizadas visitas àquelas mulheres que já obtiveram medidas judiciais de proteção contra seus agressores, monitorando de modo ostensivo o andamento do caso e também fornecendo informações a estas vítimas. 
Segundo o Comandante do 23º BPM, tenente coronel Moresco, “o projeto já mostrou inúmeros resultados positivos, em toda a área do Batalhão, como diminuição de feminicídios, estupros e lesões e tem como objetivo principal, refrear a violência contra a mulher que já foi ameaçada ou agredida, já denunciou e já foi favorecida com a ordem judicial de afastamento do denunciado e devido à alta reincidência mesmo nestes casos favorecidos, devido à sensação de liberdade e impunidade dos agressores, torna-se essencial o acompanhamento destes casos, tornando-as mais confiantes e seguras”.