Jéssica Ferreira
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A presidenta Dilma Rousseff defendeu na manhã desta última sexta-feira, 20, a correção de 4,5% na tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física e afirma que o Orçamento não tem espaço para correções maiores, como os 6,5% aprovados pelo Congresso e vetados por ela no final de janeiro.
A correção de 4,5% representa uma renúncia fiscal do governo na ordem de R$ 5 bilhões, R$ 2 bilhões a menos do que se a correção fosse de 6,5%. Quanto maior o índice de correção da tabela, maior o número de contribuintes isentos do pagamento de imposto e menor a arrecadação. O governo argumenta que a correção de 6,5% levaria a uma renúncia fiscal de R$ 7 bilhões.
Segundo a presidente, seu compromisso é de 4,5% e lamenta se o Congresso quis fazer diferente, pois não está sendo vetado por que querem e sim por conta do Orçamento público, ou seja, foi vetado a correção de 6,5% aprovada pelo Congresso porque o Orçamento da União não pode ficar sem a arrecadação. Caso não seja aceito os 4,5% será reaberto novamente um processo de discussão para encontrar alguma hipótese de negociação ou não.















