Gastão Gal
Existe um medo doentio em as pessoas ajudarem ou socorrerem os que estão passando por necessidade. Este estado de espírito faz com que exista uma disputa predatória nas atividades do nosso dia a dia e muitas vezes injustificável.
O crescimento de um irmão deveria ser um momento de regozijo a todos, pois como diz Paulo, a mão, os olhos, a cabeça fazem parte do corpo deste modo para o nosso crescimento temos necessidade do aperfeiçoamento de este conjunto e principalmente de nossos semelhantes.
Este paradigma somente será atingido quando formos generosos uns para com os outros. A sustentabilidade de um conjunto de seres humanos depende da do outro. Por ventura teremos compradores de nossos produtos se somente tivermos pessoas necessitadas? Não devemos temer a conquista dos que nos cercam, mas sermos alavanca de sua ascensão.
O rei Benjamim, no Livro de Mórmon, ensinou-nos que devemos todos nós, sermos generosos com o que Deus nos deu e ajudar os necessitados. Ele nos admoestou que é importante para conservarmos a remissão de nossos pecados, dia a dia que repartamos nossos bens com os pobres, cada um de acordo com o que possui (…) E que todas estas coisas sejam feitas com sabedoria e ordem. (Mosias 4:26–27).
Nossa satisfação é imensa quando nos despojamos do egoísmo, do orgulho e passamos a prover as necessidades dos menos favorecidos impulsionando-os para o alto procurando dar-lhes conhecimento. Povo generoso vive em paz e não teme a concorrência, pois todos tem o direito de progredir nesta vida. Façamos, pois a eleição da generosidade como objetivo de nossa presente existência.














