Garantir a saúde e segurança do produtor em todas as fases do cultivo do tabaco é um dos objetivos da Plataforma Produtor Rural Sustentável da Souza Cruz. A empresa tem investido na prevenção e orientação de 100% de seus 30 mil produtores integrados no sentido de conscientizar sobre a importância da proteção em todas as etapas da produção, de acordo com as melhores práticas agrícolas. Na fase de colheita, por exemplo, as orientações são redobradas com relação à Doença da Folha Verde do Tabaco. “É um distúrbio passageiro e não crônico que pode se originar do contato da pele com a folha molhada de tabaco verde, mas que pode ser evitado com o uso de proteção”, enfatiza o gerente de Assuntos Corporativos da Souza Cruz, Carlos Palma.
Na hora da colheita, caso o tabaco esteja úmido, é necessário o uso de uma vestimenta impermeável, composta por calça, jaleco e luvas de nitrila para que a proteção seja efetiva. O calçado também deve ser fechado e impermeável, apropriado ao uso agrícola. “O uso da vestimenta completa é obrigatório a todos aqueles que manipulam o tabaco verde e úmido em todas as fases da cultura, inclusive no carregamento da estufa ou do galpão”, frisa Palma, lembrando que menores de 18 anos, gestantes e lactantes, não devem ter contato com a cultura em qualquer fase de seu cultivo. Em relação ao tabaco verde enxuto, o produtor deve proteger-se com a utilização de uma camisa de manga longa, luvas apropriadas – com emborrachamento na palma e tecido elástico no dorso da mão -, calça e calçado fechado para evitar o contato direto com a pele.
A Doença da Folha Verde do Tabaco (assim descrita pelo Ministério da Saúde) pode ser causada pela absorção da nicotina pela pele, durante manuseio das folhas úmidas ou molhadas. Entre os sintomas da contaminação estão dor de cabeça, náuseas, vômito, cólicas abdominais e tontura. “Embora seja passageiro, caso o produtor apresente algum sintoma, nossa orientação é que ele afaste-se da atividade, tome banho, ingira água e procure, imediatamente, orientação médica”, completa o gerente. A vestimenta específica para manuseio do tabaco verde úmido foi desenvolvida em uma ação coordenada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) com apoio da consultoria especializada em toxicologia Planitox, sob a coordenação do toxicologista Dr. Flávio Zambrone. A vestimenta apresenta um índice de proteção de 98% e é fornecida a preço de custo a todos os produtores integrados e os trabalhadores das propriedades produtoras, junto dos diferentes modelos de luvas para manuseio do tabaco (nitrila e latex emborrachada).
Além de uma qualificada equipe de orientação técnica, a Souza Cruz ainda investe em materiais de apoio para a conscientização dos produtores, como folders, cartazes, cartilhas e publicações, além de apoiar as campanhas do próprio SindiTabaco. Estas recomendações se encontram também em materiais de comunicação, como é o caso da Revista O Produtor Integrado de Tabacoe o Portal do Produtor Souza Cruz, www.produtorsouzacruz.com.br . Além disso, a empresa promove a participação dos produtores integrados em cursos e treinamentos sobre saúde e segurança no meio rural, ministrados em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizadem Rural (Senar).
Divulgação/Souza Cruz
Garantir a saúde e segurança do produtor em todas as fases do cultivo do
tabaco é um dos objetivos da empresa














