Ao chegar a época natalina a maioria das pessoas sente despertar sentimentos que passaram adormecidos durante o ano todo. Estes sentimentos são diversos, permeando entre a alegria, a euforia e até mesmo a tristeza. Cada mês de dezembro traz para mim um gosto especial, pois me lembra a infância no interior onde morava com a minha família.
O Natal tinha gosto de bolacha e guaraná Polar de garrafa (inesquecível e inconfundível). E é esta doçura que ainda trago em minhas recordações. Porém, além do paladar, a recordação da pequena árvore montada no canto da sala e da companhia do meu pai, mãe e irmãos é o que me deixa com o coração apertado, pois naquela época sonhava crescer, ter minhas responsabilidades e ser “dona do meu nariz”.
Hoje conquistei espaço, tenho família, amigos e muitos compromissos a cumprir e lembro que meu pai sempre falava que a infância era a melhor época da vida de qualquer pessoa. Enfim, daria tudo para novamente poder ter o aconchego do abraço dos meus pais e a euforia dos meus irmãos na hora de abrir os presentes que o Papai Noel trazia junto com a varinha enorme que deixava aos cuidados do zangado genitor da família.
Hoje o Natal me remete a lembranças e à responsabilidade de fazer a data tornar-se especial. Falo em tornar a data feliz mantendo a simplicidade e o verdadeiro sentimento do nascimento de Jesus. Sendo assim, meu melhor presente é a companhia das pessoas que amo e a certeza de que a presença divina está dentro de cada um de nós, basta apenas permitirmos que os bons pensamentos e atos sejam nossos companheiros a cada dia.
Divulgação/Arquivo pessoal
Angela Schiefelbein, assistente de recursos humanos














