
VAGNER CERENTINI
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Poder participar ativamente da Semana Farroupilha já é uma grande realização para quem é gaúcho por tradição, voltar na história, ouvir as músicas tradicionalistas, o churrasco e o velho e bom chimarrão são fatores presentes durante as celebrações que acontecem dentro dos CTGs durante os festejos.
Se participar apenas como convidado já pode ser muito bom, imagina para quem organiza o evento, que acaba vivenciando a tradição farroupilha 24 horas por dia. A presidente dos festejos farroupilhas deste ano, Maria Nilza de Oliveira Paz junto com Juarez Rodrigues da Silva, vice-presidente, nos conta como é a sensação de fazer parte da Semana Farroupilha de forma integral.
Da Silva diz que a tradição cultivada pelo gaúcho é a que melhor integra todas as faixas etárias, unindo jovens, adultos e idosos. “O ambiente em que estamos inseridos nos faz interagir com quem está ao nosso lado, isso é um fator muito positivo da Semana Farroupilha. As crianças unidas, brincando, cultivando a tradição é muito bonito”, salientou.
Juarez elogia o trabalho feito pelos organizadores e ressalta a dedicação da presidente Maria Nilza. “Ela realmente fez jus ao cargo que lhe foi entregue, trabalhou de forma incansável durante toda organização do evento”, elogiou.
Maria Nilza conta que a gratificação para quem organiza os festejos é muito grande, pois se trata de uma celebração cultural onde todos que participam têm muita tradição e amor pela data. Durante a Semana, é possível ver a qualidade das produções feitas pelo pessoal aqui de Santa Cruz. “O que nos deixa realizado é a riqueza que nós temos nas nossas escolas municipais e estaduais”, certificou. “As apresentações foram maravilhosas, e em alguns momentos cheguei até a me emocionar”, acrescentou.
“Teve um momento em que um garoto de apenas sete anos tocou a música ‘Querência amada’, que havia aprendido com seu avô, foi um momento fantástico!”, contou a presidente. “Isso mostra o peso que tem a cultura gaúcha”, relatou.
Em relação aos objetivos da Semana Farroupilha, Maria Nilza diz que sempre buscam atrair mais pessoas para dentro dos CTGs. “Quanto mais gente puder participar de nossos festejos, mais ricas serão nossas celebrações”, finalizou.
08:15 – Recepção à Chama Crioula;
08:30 – Hasteamento das Bandeiras;
09:00 – Café da Manhã para convidados;
10:00 – Recepção às crianças do Projeto Piazito;
11:00 – Tertúlia livre;
12:00 – Almoço – Carreteiro e saladas;
13:00 – Atividades campeiras, vaca parada, passeio a cavalo e de carroça, treinamento para encilha e montaria;
16:00 – Danças galponeiras, brincadeiras com as crianças, declamação e apresentação de chula;
15:00 – Palestra educativa;
18:00 – Arriamento das Bandeiras;
20:00 – Missa Crioula;
20:30 – Jantar – Churrasco, vaca atolada e saladas diversas;
21:30 – Apresentação das Invernadas Artísticas;
22:30 – Baile Gaúcho com Madrugada Campeira
Obs.: Em caso de chuva desfilarão somente as invernadas campeiras.
Após o desfile seguem em cavalgada para o Parque de Eventos onde ocorrerão as atividades do Dia;
12:30 – Almoço;
Durante toda a tarde haverá Tertúlia Livre e apresentações artísticas;
15:00 às 17:00 – Show com Grupo Fandangaço;
17:00 – Apresentação do vencedor do Concurso de Vitrine;
18:00 – Arriamento das Bandeiras e Solenidade de extinção da Chama Crioula.














