Rosibel Fagundes
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As passagens do transporte coletivo de Santa Cruz voltarão a subir a partir desta quinta-feira, 28. O reajuste, que altera os atuais R$ 4,00 para R$ 4,25, foi homologado pelo prefeito Telmo Kirst na tarde de quinta-feira, 21. A proposta havia sido sugerida pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados (Agerst). Em janeiro, o Consórcio TCS teria apresentado uma proposta de R$ 4,65 ou seja, o reajuste seria de 16,25%. Os valores que foram avaliados como abusivos pelo promotor de Defesa Comunitária Erico Barin, que solicitou uma reunião com representantes da Agência. Inicialmente, o valor proposto era de R4 4,23 após, foi estipulado em R$ 4,25.
Conforme o promotor Erico Barin, “recebemos na manhã desta segunda-feira de forma oficial e entendemos que o cálculo apresentado se aproxima do que o nosso corpo técnico fez, ou seja, o reajuste em termos de cálculo entendemos que é adequado, mesmo com o recurso que houve internamente por parte da Agerst”.
O debate sobre o reajuste já se arrastava há quase dois meses. O Consórcio TCS solicitou em janeiro o aumento da tarifa para R$ 4,65. Para chegar ao valor, a empresa considerou a redução média de 15 mil passageiros por mês, ao longo do ano passado, mais correção de insumos e gastos com investimentos e pessoal, com a elevação de 16,25%. No entanto, o promotor de Defesa Comunitária, Érico Barin, disse que o valor lhe “soava abusivo”. Barin se reuniu com integrantes da Agerst para verificar o cálculo. O novo valor sugerido de R$ 4,23, e posteriormente R$ 4,25.
A pedido da Agerst, a prefeitura enviará à Câmara de Vereadores um projeto para contratação emergencial de um engenheiro mecânico. O objetivo é avaliar os custos operacionais do transporte coletivo. O Executivo também avaliará a contratação de um estudo técnico para verificar as linhas de ônibus e horários, além da análise de vias asfaltadas. O trabalho será encomendado na tentativa de encontrar meios de reduzir a tarifa. Ainda irá requisitar um estudo de custos do Consórcio TCS à Agerst, com vista ao equilíbrio financeiro do contrato vigente.














