Suilan Conrado
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Engenheiro Agrônomo pela Universidade de Santa Maria (UFSM), o atual presidente do Sindicato das Indústrias do Fumo (SindiTabaco), Iro Schünke, iniciou sua caminhada profissional em 1975, na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).
Já em 1980, Schünke passa a integrar a equipe da empresa Meridional de Tabacos, onde exerceu diversas funções, dentre as quais, a de diretor de Produção.
Com a fusão da Meridional de Tabacos e Dimon, e o surgimento da Alliance One, Schünke assume a superintendência de Produção, em 2005.
Banco de Imagens SindiTabaco

Iro Schünke: Souza Cruz adotou o Sistema Integrado de Produção de Tabaco, permitindo que o Brasil se tornasse o maior exportador mundial do produto
Desde 2008, o candelariense é dirigente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs).
Em entrevista ao Riovale Jornal, Iro Schünke comenta a respeito da Souza Cruz, empresa líder no mercado nacional de cigarros, presente em todo o país e que este ano, completa 110 anos de instalação no Brasil.
– Há 37 anos no ramo do tabaco, o senhor é certamente um especialista na área. Como avalia a existência de uma multinacional tão sólida como a Souza Cruz, instalada em Santa Cruz do Sul? O tabaco ainda pode ser considerado essencial para o desenvolvimento regional?
“A presença do tabaco em Santa Cruz do Sul e na região foi e continua sendo fundamental para o crescimento e desenvolvimento das áreas rurais e urbanas.
A Souza Cruz foi importante para a concretização desta história, com a geração de empregos que permitiu alavancar a economia local, bem como com a adoção do Sistema Integrado de Produção de Tabaco, há 95 anos. Este sistema permitiu que o Brasil se tornasse, desde 1993, portanto, há 20 anos, o maior exportador mundial de tabaco, sendo ainda o 2º maior produtor de tabaco no ranking mundial.”
-Enquanto presidente do SindiTabaco, o que o senhor tem a dizer à Souza Cruz?
“Cumprimentamos a Souza Cruz (associada ao SindiTabaco) por esta trajetória e esperamos que este caminho de sucesso possa ser repetido nos próximos 110 anos.”














