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As vantagens da geração de energia solar fotovoltáica

Além do conceito de sustentabilidade, a questão da geração de energia, através da utilização de placas solares fotovoltáicas, traz outros benefícios. Com o aumento do consumo e as dificuldades na geração e distribuição de energia no Brasil, a geração de energia utilizando um recurso abundante na natureza – a luz do sol – vem tornando-se cada vez mais atrativa.
No caso de interrupção no fornecimento de energia pela concessionária local, o sistema de iluminação da residência permanece funcionando normalmente, através da energia produzida e armazenada.
Nesta residência o sistema utilizado foi off-grid,  aquele que não está conectado à rede elétrica convencional. A energia é produzida através da radiação solar e armazena-se em baterias.
A partir da regulamentação da Aneel e a adaptação das concessionárias, já é possível instalar também um sistema on-grid onde se produz a energia conectado a rede elétrica, de forma que a energia produzida é injetada na rede, de maneira que o cliente paga somente a diferença entre a produção e o consumo, e, havendo consumo maior do que produção, gera-se crédito de energia, que pode ser compensado em até 36 meses após a produção. Neste sistema pode-se  abastecer edificações completas ou apenas algumas de suas instalações. Em muitos países onde o sistema on-grid é amplamente utilizado, como Alemanha e Espanha, é possível que o proprietário venda o excedente da eletricidade produzida por seu sistema fotovoltáico para a concessionária de energia, o que gera ainda mais economia.
O Brasil possui um grande desafio nas próximas décadas para buscar soluções para atender os crescentes requisitos de serviços de energia. As crescentes pressões ambientais e os recursos energéticos cada vez mais distantes dos centros de carga são alguns elementos que se colocam para se buscar novas soluções. Uma das apostas que está sendo feita em vários países é o uso de sistemas solares fotovoltáicos.
Um sistema fotovoltáico conectado à rede, em inglês on-grid ou grid-tie, é um gerador de eletricidade que tem como combustível a energia solar, e que trabalha em conjunto com a rede elétrica da distribuidora de energia.
O painel fotovoltáico gera eletricidade em corrente contínua, e o inversor de freqüência (aparelho que faz a interface entre os painéis fotovoltáicos e a rede elétrica) converte em corrente alternada e ‘injeta’ na rede elétrica. Antes de ‘injetar’ a energia, o inversor ‘lê’ os valores de voltagem e freqüência da rede, para que não haja nenhuma ‘modificação’ na energia.
 Quando os aparelhos eletroeletrônicos estão consumindo, e o sistema fotovoltáico está gerando energia, toda a energia gerada é aproveitada pelo consumidor seja uma residência, comércio, indústria e entidades públicas.
Quando os aparelhos eletroeletrônicos estão consumindo mais do que o sistema fotovoltáico está gerando no momento, a parte que falta é ‘puxada’ da rede elétrica.
Quando o sistema fotovoltáico está gerando mais potência do que está sendo consumida, a energia excedente ‘automaticamente’ sai pela rede. Nesse momento, o medidor de energia ‘gira ao contrário’ e o cliente têm um crédito energético aplicado a sua conta para ser consumido em até 36 meses.

Fotos: Cris Frantz Fotografias – Produção: MTags Design, Publicidade e Propaganda


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Sistema fotovoltáico conectado à rede residencial e comercial

Existe hoje no Brasil a regulamentação por parte da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que permite o pleno funcionamento do sistema fotovoltáico conectado à rede assim como o sistema de compensação energético, habilitando o consumidor de energia elétrica das distribuidoras a produzirem sua própria energia e pagar apenas uma taxa mínima em sua conta de luz referente a acessibilidade a rede de distribuição elétrica.
O sistema fotovoltáico conectado à rede é totalmente dependente da rede elétrica e não funciona se não houver eletricidade. Isso é para evitar que o sistema provoque acidente caso as concessionárias de energia elétrica estejam fazendo manutenção na rede. Quando a energia da distribuidora é desligada (queda de energia) o inversor de freqüência para de injetar eletricidade, e só volta a injetar alguns minutos depois da energia voltar

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Efeitos de iluminação

Luz Indireta – Este tipo de iluminação direciona o fluxo luminoso para cima, para que seja refletido pela superfície branca do teto e espalhe pelo ambiente, mas não deixe a mostra a fonte luminosa, gerando um efeito bastante suave. Sancas, planos, arandelas e alguns pendentes são a melhor forma de criar a luz indireta.
Luz Difusa – Luminárias com vidros leitosos, acrílicos e tecido branco são muito utilizadas para difundir a luz e iluminar ambientes por inteiro, de forma bastante homogênea. Pode ser uma base para a iluminação, formando conjunto com outros tipos de lâmpadas.
Iluminação Pontual – É uma forma de digerir o destaque a um objeto ou ponto de interesse. Ao focar a luz em um quadro, móvel, planta o elemento se sobressai. Pode ser também uma luz para pequenas tarefas ou utilidades que não demandam todo o ambiente iluminado, como a leitura, ou a iluminação de um telefone ou outro objeto que precise ser facilmente encontrado.
Iluminação Decorativa – Brincando com o desenho, forma, intensidade e/ou cores da luz a idéia principal é criar um ambiente mais interessante e alegre, deixando de lado a função de iluminar.
Iluminação Funcional – Cozinhas, lavanderias, escritórios e outras áreas em que são realizadas tarefas mais completas exigem uma iluminação mais específica, em geral com luzes de cor fria, e com grande luminosidade.
Iluminação Cênica – É um projeto de iluminação que visa alternar diferentes cenas em um mesmo ambiente, como por exemplo em um home theater que possui uma iluminação mais forte e geral, e que no momento de assistir a um filme luzes pontuais e com menor luminosidade são acionadas para iluminar um caminho no chão, atrás do televisor, na parte inferior das paredes, garantindo uma sensação diferenciada.
Fonte: www.alumbra.com.br