LUANA CIECELSKI
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Depois de registros de um frio intenso, que chegou a dois graus negativos em alguns pontos de Santa Cruz e quatro graus negativos em outras localidades da região, como Gramado Xavier, a grande massa de ar polar que causou todo esse frio está indo embora. Consequentemente, as temperaturas devem começar a aumentar nos próximos dias. Aliás, as máximas podem chegar a 26 graus já nesse domingo, 23 de julho. Haja saúde!
O auge do frio aconteceu na madrugada de terça-feira, 18 de julho, como era esperado. Em algumas cidades da serra gaúcha e catarinense, os termômetros chegaram a registrar 7 graus negativos. Desde a quarta-feira, porém, as temperaturas mínimas e máximas começaram a subir lentamente. Nessa quinta-feira, por exemplo, o dia que amanheceu com temperaturas por volta de 0 grau, e registrou cerca de 15 graus no meio da tarde.
E essa é a tendência para os próximos dias. De acordo com o Climatempo, nessa sexta-feira, 21 de julho, a mínima será de 5 graus e a máxima de 17. No sábado, sobe um pouquinho mais com mínimas de 5 graus e máxima de 19. E no domingo, a previsão é de um clima já bastante ameno. As mínimas devem ficar em torno de 11 graus e a máxima pode chegar a 26 graus.

CHAMOU ATENÇÃO
O frio não foi registrado só na região sul. A massa de ar polar era tão intensa que avançou pelo país, chegando ao nordeste dele. No agreste de Alagoas, por exemplo, chegaram a ser registrados 15 graus e em Teresina, capital do Piauí, 17. Para os gaúchos, pode não parecer muita coisa, mas para uma comunidade acostumada com máxima de 40 graus e com mínimas de 20 graus, foi muito frio.
Também chamou a atenção um fato registrado e divulgado pela rádio CBN. Na manhã da última quarta-feira, por volta das 7 horas, quando os termômetros registravam cerca de 7 graus em São Paulo, diversos moradores de rua que dormiam na Praça da Sé teriam sido acordados com jatos de água. A informação é de que eles foram expulsos do local por uma empresa contratada pela Prefeitura para limpeza do espaço.
Questionado pela comunidade, o prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), se manifestou no mesmo dia, negando esse acontecimento e afirmando que a ordem dada à empresa era a de acordar os moradores de rua e pedir que eles saíssem do lugar antes de realizar o serviço, mas que se aconteceu, não teria sido por gosto. O governante também se comprometeu a trocar os cobertores que teriam sido molhados durante a limpeza.














