O desassoreamento do Arroio Lajeado, nas margens da BR-471, já alcançou 1.850 metros de extensão, desde a ponte da Rua Irmão Emílio até as proximidades da RS-409. Promovida pela Prefeitura de Santa Cruz do Sul, através das secretarias de Obras e Viação e Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade, a limpeza do canal iniciou no mês de maio, com um levantamento topográfico que indicou os acidentes geográficos e outros detalhamentos do relevo da área.
Na manhã da sexta-feira, 2 de agosto, o prefeito Telmo Kirst foi até o local para vistoriar o andamento do serviço. Também estiveram presentes os secretários de Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade, Raul Fritsch; de Obras e Viação, Licério Agnes; e o geólogo Arthur Schuh.
Além da retirada do lixo acumulado no fundo do canal, a draga também está recolhendo o material terroso das margens que caiu no leito. “Do limite norte do Lago Dourado, o material retirado será depositado sempre na margem direita (oeste) do arroio, reforçando o dique existente para evitar que eventuais cheias do Rio Pardinho atinjam o bairro Navegantes”, explica Schuh.
DECOM/PMSCS/Divulgação
Limpeza já alcançou 1.850 metros de extensão
A limpeza do trecho entre a Irmão Emílio e a RS-471 será concluída em até uma semana. A próxima etapa do desassoreamento envolverá o canal retificado do Arroio Lajeado, próximo a antiga Escola Murilo Braga. Após, será alargada outra parte do canal retificado, situada embaixo da ponte da Rua Irmão Emílio. No total, o Arroio Lajeado possui cerca de 5 km de extensão.
O trabalho faz parte de uma série de intervenções determinadas pelo prefeito Telmo Kirst desde o início do governo, com o objetivo de minimizar os efeitos de possíveis enchentes nas áreas suscetíveis a alagamentos, principalmente no entorno da várzea. No mês de abril, a Prefeitura realizou desassoreamento na Sanga Preta, junto a ponte sobre a RS-409. “Estas intervenções evidenciam a importância de ações preventivas em áreas de risco, que ao longo do nosso governo terão um olhar diferenciado para evitar transtornos aos moradores destes locais”, destaca Telmo Kirst.














