Nesta sexta-feira (1°), feriado pelo Dia do Trabalhador, as lojas do centro e comércio em geral estarão fechadas. Os supermercados também não irão abrir durante todo o feriado. Os serviços de água e luz vão atender em regime de plantão.
As agências de Correios estão fechadas durante o feriado. As empresas de ônibus realizarão horários de domingo, ou seja, de forma reduzida. Para conferir os horários das linhas da empresa TC Catedral, basta ligar para o telefone (51) 3719-1378 ou acessar o site www.tccatedral.com.br. Para saber mais sobre as linhas de ônibus da empresa Stadtbus, basta ligar para o número (51) 2107-2100 ou acessar o site www.stadtbus.com.br.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que não haverá atendimento bancário no dia 1° de maio. As contas com vencimento marcado para esta data como contas de consumo (água, luz, telefone e TV a cabo, por exemplo) e os carnês poderão ser pagos no próximo dia útil subsequente, dia (04/05), sem incidência de multa. Os tributos, normalmente, já estão com data ajustada pelo calendário de feriados (federais, estaduais e municipais). (J.F.)
2015: ano dos feriados prolongados
Apenas uma data comemorativa cai no fim de semana, novamente a Proclamação da República, 15 de novembro. Os feriados com dias fixos de 2015 ocorrem, na maioria, nas segundas ou nas sextas-feiras.
Os feriados são ótimos para os trabalhadores e para a indústria do turismo, mas os comerciantes reclamam. Segundo cálculos da Confederação Nacional do Comércio (CNC) no início de fevereiro, é previsto uma perda de R$ 15,5 bilhões no faturamento do comércio em todo o país – resultado 22,5% maior que em 2014, já descontada a expectativa de inflação prevista para 2015. Economista da CNC, Fabio Bentes explica que cada feriado implica em uma perda de 10,1% no faturamento médio mensal dos empresários. Em dias normais, o peso médio mensal da folha de pagamento do varejo em relação à receita fica em 9,3%.
As estimativas da CNC baseadas nos dados mais recentes da Pesquisa Mensal de Comércio, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apontam para a primeira queda do varejo ampliado nos últimos dez anos.














