A região do Vale do Rio Pardo terá um grande desafio no processo de votação da Consulta Popular deste ano que inicia na próxima terça-feira,5 e segue até a quinta, 7 de julho. Além do recurso, no valor de R$ 1.862.126,71, ser 20% menor em relação ao ano passado, os dois critérios de participação dos municípios no acesso ao recurso são excludentes. Para assegurar participação no recurso da Consulta Popular desse ano, o município precisa fazer um percentual mínimo de participação de eleitores no processo para depois, alcançar um percentual em relação aos quatro programas mais votados, que serão os eleitos.
De acordo com o coordenador estadual da Consulta Popular, Theonas Fabiano Baumhardt, infelizmente, devido à crise financeira do Estado, esse ano o recurso foi reduzido, e de fato, não poderá atender individualmente a todos os municípios, conforme prática adotada em anos anteriores. Independente disso, o Corede/VRP com o apoio dos 23 Conselhos Municipais de Desenvolvimento do Vale do Rio Pardo, não está medindo esforços para promover a participação popular e cidadã e fazer valer o voto do eleitor no processo desse ano.
Das dez prioridades escolhidas pela região na Assembleia Regional Ampliada, realizada no dia 17 de junho, na Unisc, em Santa Cruz do Sul, nove são voltadas para o desenvolvimento da agricultura e uma para o turismo. Conforme o presidente do Corede/VRP, Heitor Álvaro Petry, a valorização da principal base econômica do Vale do Rio Pardo também passa pela Consulta Popular, e, embora o aporte de recursos seja pequeno, com projetos prioritariamente de âmbito regional, poderemos fazer um bom trabalho para impulsionar a cadeia produtiva da região, em especial a de alimentos.
O mesmo aparelho de celular pode servir para captar vários votos, substituindo uma urna móvel, neste caso é necessário o acompanhamento de uma lista de presenças, no mesmo modelo do aplicativo, identificando o cidadão com nome, título e assinatura. A opção de voto nessa modalidade pode ser feita de qualquer tipo de aparelho, pois não há necessidade de configuração mínima. Não haverá cobrança pelo envio do SMS/torpedo, sendo essa despesa paga pelo pacote do governo com as operadoras.














