Além das paralisações contra as reformas trabalhista e da Previdência, convocadas pelas centrais sindicais, o dia 30 de junho terá uma série de atividades de rua em todo o país. Todos os trabalhadores estão sendo convocados a participar. Em Santa Cruz o movimento está sendo organizado pelo Sindicato dos Comerciários de Santa Cruz e Região, juntamente com o Movimento Mulheres em Luta (MML), a União dos Estudantes Santa-Cruzenses (Uesc) e a CSP Condutas.
O 18º núcleo do Cpers participa da greve geral promovendo uma Aula Pública nesta sexta-feira, às 9h30, na Praça Getúlio Vargas. Os temas abordados serão a Reforma do Ensino Médio e a Escola sem Partido (Lei da Mordaça), com participação da professora de História na Faculdade de Educação da UFRGS, Caroline Pacievitch. O ato é aberto a toda a comunidade.
A série de manifestações que vem sendo realizadas são responsáveis por fragilizar a base do governo no Congresso, como os atos de 8 e 15 de março, da greve geral de 28 de abril e do Ocupe Brasília, em 24 de maio, os eventos que envolveram centrais e movimentos sociais. A expectativa é de que o movimento supere a Greve Geral do dia 28 de abril e seja de paralisação nas lojas, bancos, comércio em geral.
Aposentados fazem protesto
Para fortalecer as manifestações contras as reformas, a Confederação Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos (Cobap) espera contar com o apoio das 650 associações de base e das 20 federações estaduais, solicitando que as filiadas não abram suas portas nesta sexta-feira. A Federação dos Trabalhadores Aposentados e Pensionistas do Estado do Rio Grande do Sul (Fetapergs) manifesta o seu apoio à paralisação nacional que irá ocorrer nesta sexta-feira em todo o território brasileiro. A entidade que sempre buscou defender os direitos e as reivindicações dos aposentados, pensionistas e idosos, se posiciona de maneira contrária à reforma trabalhista e previdenciária apresentada pelo Poder Executivo. A maneira como os projetos estão sendo discutidos no Congresso Nacional é reprovada pela federação, pois exclui a sociedade brasileira da participação nos debates, o que é imprescindível em um Estado democrático de direito. Devido às recentes denúncias envolvendo a Presidência da República, que é de conhecimento público e notório, a instituição reitera o seu apoio total às investigações para que todos os fatos sejam esclarecidos. (Assessoria de imprensa – Fetapergs)














