Viviane Scherer Fetzer
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Nessa quinta e sexta-feira foi realizada em Santa Cruz do Sul a 35ª operação da força-tarefa de segurança alimentar criada pelo Ministério Público Estadual (MP) para fiscalizar as condições dos produtos alimentícios comercializados no Rio Grande do Sul. O balanço foi apresentado no fim da tarde desta sexta-feira. Foram vistoriados sete supermercados e em todos havia irregularidades.
Foram recolhidas 12 toneladas de produtos impróprios para consumo. Segundo o promotor Alcindo Luiz Bastos da Silva Filho, de Porto Alegre, não houve prisões nem casos de má-fé, “o problema é a falta de informação, em muitos estabelecimentos eles não sabiam como deveria ser o armazenamento”. Foram encontrados produtos vencidos, acondicionados fora dos padrões previstos nos rótulos e produzidos sem fiscalização dos órgãos competentes. Um dos problemas mais comuns, segundo o MP, é o fracionamento dos produtos fora dos padrões. A fiscalização da força-tarefa passa a ser rotina na cidade, avisa o Ministério Público.
A fiscalização aconteceu nos mercados Big, Nacional, Miller (Independência), Zaffari, Super Alegria (Max Shopping), Rede Vivo (Arroio Grande) e Mini Preço. Segundo o promotor um estabelecimento recebeu interdição cautelar até que seja solucionado o problema, “depende do tempo deles, quando for resolvido vamos lá e liberamos”, explica o promotor. O caso mais grave foi uma quantidade de carne deteriorada, totalmente imprópria para consumo. articiparam da ação o coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – Segurança Alimentar – (Gaeco), Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, o promotor de Justiça da Promotoria de Santa Cruz do Sul Érico Fernando Barin, representantes da Secretaria Estadual da Saúde, da Secretaria Estadual da Agricultura e da Vigilância Sanitária Municipal.














