DANIELA ZINN
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A nova oferta proposta pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) teve um reajuste de 8% em 2016, abono de R$ 3,5 mil, incluindo aumento de 10% no vale alimentação, auxílio creche e babá, 15% no vale alimentação e 1% de aumento ano que vem.
Considerada a maior greve dos bancários desde 2004 segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf- CUT), a greve durou trinta e um dias.
A proposta dos bancários era a reposição da inflação do período, mais 5% do aumento real (totalizando em 14,78% de reajuste), valorização do piso salarial no valor do salario mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho) e PLP de três salários mais R$ 8.317,90.
No dia 29 de agosto, os bancos propuseram registro de 6,5%. Novas propostas foram apresentadas nos dias 9 e 28 de setembro de reajuste de 7%.
Em Santa Cruz do Sul somente as agências da Caixa Econômica Federal continuam em greve. A greve dos bancários teve fim na terceira proposta.














